Cafés e Bares

A nova loja da Louis Vuitton vai ter uma boutique com chocolates de luxo

Vai ser a segunda no mundo e tem abertura prevista para abril.
Abre em abril

Unir luxo e chocolate é um conceito visto em boa parte das marcas de chocolates gourmet. Esta é quase uma aposta ganha, mas há quem consiga elevar a ideia a um novo patamar, como é o caso da Louis Vuitton.

A conhecida marca de luxo é uma referência no mundo da moda e nesse mercado de nicho, mas decidiu que estava na altura de apostar também na culinária de luxo. É por isso que a nova loja da marca na zona de Ginza, em Tóquio, no Japão vai ter também uma boutique dedicada ao chocolate.

O edifício é ocupado pela marca desde 1981 e foi agora totalmente remodelado para celebrar o 40.º aniversário da primeira loja independente da Louis Vuitton no Japão. Reabriu ao público a 20 de março e os seus sete andares estão divididos pelas diversas secções como pronto a vestir, artigos de couro, relógios ou jóias. Ainda assim, o último andar é aquele que traz mais novidades.

Será nesse último piso que vão ficar instalados o Le Café V e o Le Chocolat V, duas boutiques de café e de chocolate, numa colaboração com o Chef Yosuke Suga. A abertura deste espaço está prevista apenas para abril e é a segunda loja de café e chocolates da Louis Vuitton em todo o mundo. A primeira abriu em 2020 em Osaka.

“O novo Ginza Namiki [nome do edifício] é uma ambiciosa transformação de um local existente que a Louis Vuitton ocupa desde 1981”, explica a marca em comunicado, citada pela “Food & Wine”.

O exterior e o interior ligam-se pelo efeito de curvas

Além de comprar ou apreciar os produtos da marca, os clientes são ainda convidados a apreciar a estética escolhida para a decoração dos interiores, cujo design ficou a cargo de Peter Marino. O ponto de destaque é uma escadaria central que se desenrola quase como uma fita de carvalho esculpida emoldurada por vidro.

“Uma segunda escada, localizada na parte de trás da loja, é emoldurada por uma parede característica de quatro andares que reinterpreta a pintura ‘Wave Blue Line’ (1977) de Kimiko Fujimura em aplicações artísticas de gesso.”

O interior replica ainda uma sensação de água e céu com espelhos e superfícies onduladas, numa forma de unir o interior com o exterior. Tudo porque a fachada pensada por Jun Aoki tenta também ela simbolizar a fluidez da água e das ondas. Os painéis exteriores formam ondas curvas e dimensões quase sem que se percebam as junções, num espetáculo de brilho que espelha também as várias cores da cidade.

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