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Gourmet e Vinhos

“Bacalhau à Monção” é a estrela de festival gastronómico este fim-de-semana

O prato criado pelo chef Vítor Sobral poderá ser provado em 15 restaurantes da região do Alto Minho nos dias 24 e 25 de janeiro.

Cada português consome, em média, cerca de 15 quilos de bacalhau por ano. É um dos ingredientes mais versáteis, com mil e uma formas de preparar. Uma delas é à moda de Monção, na região do Alto Minho.

O “Bacalhau à Monção” nasceu em 2023, numa criação do chef Vítor Sobral, que foi desafiado pela autarquia a criar um prato exclusivo para o município. A receita — lombo de bacalhau no forno com barriga de porco fumada, batata, creme de cebola assada e migas de broa e couve — conjuga o gosto pelos produtos locais, afirmando-se como um novo tesouro da gastronomia de Monção.

Nos dias 24 e 25 de janeiro, a localidade volta a afirmar-se como destino de eleição para os fãs de sabores tradicionais, com a realização de mais uma edição do Fim de Semana Gastronómico dedicado ao “Bacalhau à Monção”.

Durante dois dias, este prato emblemático estará à prova em 15 restaurantes locais, entre eles A Cozinha do Convento, A Galiza Mail’O Minho, Casa Lara, Chiote Monte da Mina, Deu-la-Deu, Firmino’s, Flor do Minho, Fonte da Vila, Lagoa Verde, O Calhau, O Rosal, Paladares do Minho, Vamos Lá, Recanto D’Avó e o 7 à 7.

Cada espaço interpreta o prato mantendo a essência da receita original e convida residentes e visitantes a percorrerem o concelho num verdadeiro roteiro de sabores.

No sábado, 24 de janeiro, entre as 12 horas e as 13 horas, decorre uma degustação de acepipes de Bacalhau à Monção, aberta ao público, no Museu Alvarinho. Da parte da tarde, no mesmo local, pelas 17 horas, os vinhos da sub-região de Monção e Melgaço ganham destaque com “A Rota dos Espumantes”, incluindo prova cega e harmonização. A atividade requer inscrição prévia e tem um custo de 10€, valor que reverte para a Associação Dinamicamente.

No domingo, dia 25 de janeiro, às 15 horas, realiza-se o workshop “Tradição sem desperdício”, orientado pelo chef Rui Ribeiro, também no Museu Alvarinho, localizado na Praça Deu-la-Deu Martins. A iniciativa é aberta ao público e reforça a ligação entre tradição, criatividade e sustentabilidade na cozinha.

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