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“A Carta”: o filme mágico da Coca-Cola que nos dá mais esperança neste Natal atípico

Realizada por Taika Waititi, vencedor de um Óscar, a campanha tem como mensagem principal: "Este Natal, ofereça algo que só você pode oferecer".

2020 tem sido um ano desafiante, difícil e até assustador. Depois de sermos impedidos de fazer as coisas mais simples do dia a dia e de beijar e abraçar quem mais gostamos, o mundo fez-nos certamente questionar sobre tudo o que até agora tínhamos como garantido na vida.

Felizmente, a altura mais maravilhosa do ano está a chegar. O Natal é a época dos presentes, é verdade, mas este ano o melhor é mesmo partilhá-lo com as pessoas mais importantes para si — seja com aquelas que vivem consigo, ou com as que nem sempre podem estar presentes, mas que querem partilhar consigo uma Consoada virtual e bastante especial. 

E por mais que, em 2020, tudo indique que é preciso celebrar esta época mágica de outra forma, podemos continuar a cumprir certas tradições e rituais em família tão habituais e adorados por todos. Seja pessoalmente, através de uma videochamada ou de uma simples mensagem de texto, reserve um tempo para aqueles que ama e tornam o Natal realmente a época mais especial do ano, não importa onde quer que estejam.

Para lhe mostrar que o melhor presente que pode oferecer a alguém é você mesmo, a Coca-Cola voltou a criar um dos melhores vídeos inspiracionais de Natal de sempre. No total, já são cem anos de ligação da marca a esta época natalícia. Desde o Pai Natal, de Haddon Sundblom, aos ursos polares e aos camiões iluminados, a Coca-Cola conta com mais de um século a cativar gerações com as suas incríveis campanhas de Natal. 

A mais recente chama-se “A Carta” e convida-nos a estarmos mais presentes para quem é realmente importante para nós. O anúncio foi criado pela empresa de publicidade Weiden+Kennedy London e realizado por Taika Waititi, o diretor neo-zelandês vencedor de um Óscar, com “Jojo Rabbit”.

Sob o mote “Este Natal, ofereça algo que só você pode oferecer”, a história emocionante retrata a aventura e o esforço de um pai que trabalha longe da família para cumprir o pedido da filha: entregar a sua carta ao Pai Natal. Com vários obstáculos pelo caminho, ele nunca desiste e chega finalmente ao Pólo Norte, onde a casa do velhote de barbas brancas já está encerrada. 

Como um verdadeiro milagre, aparece o enorme e luminoso camião da Coca-Cola, que o leva de volta para casa. Assim que chega, triste por não ter conseguido cumprir o seu dever, o Pai Natal entrega-lhe a carta da filha já aberta. “Faz com que o papá venha a casa no Natal”, era o seu pedido. E foi exatamente isso que ela recebeu. Porque o melhor presente que podemos oferecer neste Natal, e na realidade, em todos eles, é muito simples: darmos o nosso tempo a quem o merece.

Os 100 anos de história das campanhas de Natal da Coca-Cola

Tudo começou em 1920, altura em que o Pai Natal era retratado como uma personagem bastante séria e um pouco desalinhada com esta época, por vezes assumindo até a forma de um elfo.

Foi então que a Coca-Cola começou a trabalhar numa imagem muito diferente desta personagem. A pintura do artista Fred Mizen, de um homem vestido de Pai Natal a beber uma Coca-Cola num centro comercial, era muito mais alegre. Ainda assim, não conseguiu tornar o Pai Natal como uma personagem por si só. A verdadeira transformação veio em 1931, quando a agência D’Arcy contratou o ilustrador Haddon Sundblom para criar uma série de anúncios de Natal para a Coca-Cola.

A ideia era que o Pai Natal se parecesse com uma pessoa real, calorosa e amigável. Sundblom baseou-se nas suas raízes nórdicas, na representação de São Nicolau, na arte a na cultura para retratar o novo Pai Natal. As suas criações foram tão bem sucedidas, que os seus desenhos permaneceram o elemento central da publicidade de Natal da Coca-Cola durante 33 anos.

Como o Pai Natal sempre foi sinónimo de presentes, a publicidade da marca também passou a refletir a evolução dos brinquedos durante o século XX: das figuras de madeira da década de 1930, aos comboios e helicópteros elétricos, em 1964. Em 1993 nasceu um novo ícone do Natal: os ursos polares da Coca-Cola. Foi o escritor e diretor Ken Stewart que os transformou em personagens animadas para a televisão. 

Em 1995, chegaram os tão famosos camiões de Natal da Coca-Cola. As suas luzes cintilantes, o cenário de inverno e a música inesquecível tornaram-se imediatamente um símbolo inconfundível do Natal por todo o mundo. 

Este artigo foi escrito em parceria com a Coca-Cola.

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