gourmet e vinhos

Com menos trabalho na aviação, Patrícia virou-se para as pavlovas caseiras

Criou um negócio online muito impulsionada pelos amigos. Há várias combinações possíveis e faz entregas na zona de Lisboa.
Existem três tamanhos disponíveis.

Nunca teve num negócio na área da restauração, mas o gosto pela cozinha já é antigo. Patrícia Brito Berjano, 45 anos, trabalha na área da aviação comercial e com a quebra da atividade neste último ano por causa da pandemia, não quis ficar por casa sem fazer nada. Impulsionada pelos amigos, criou um negócio de pavlovas caseiras, o Pavlova do Bairro, que faz entregas na zona de Lisboa.

“Nas primeiras tentativas houve algum desperdício, mas com pequenos ajustes, encontrei o ponto de merengue pretendido. Este ano aperfeiçoei com workshops de merengues online”, explica Patrícia à NiT. Aprendeu a fazer este doce há três anos, através da receita que lhe foi passada por uma amiga. “Conseguir ir ao encontro do suspiro perfeito é o maior desafio da execução desta sobremesa.”

Depois dos amigos e família provarem o doce que fazia, era a vez de o dar a conhecer a mais pessoas. O projeto da Pavlova do Bairro surgiu no passado mês de junho. “As pavlovas são feitas em Lisboa, Parque das Nações. Cada uma demora, em média, três horas a ser confecionada. A base de merengue, o suspiro,  tem de ser feita de véspera, devido à necessidade de arrefecimento antes de juntar os restantes ingredientes.”

Os sabores que pode adicionar são vários e até existe a hipótese de personalizar e juntar mais opções. Maracujá, frutos vermelhos, lemon curd e chocolate com frutos vermelhos são algumas das sugestões com que as pode rechear.

Existem três tamanhos de pavlova: tem a dupla (45€), a grande (30€) e as minis (3€ a unidade) que têm de ser pedidas no mínimo oito. “Além de ser uma sobremesa glúten free, existe uma infindável possibilidade de conjugações de sabores, que estão em constante desenvolvimento, e podem depender da estação do ano ou mesmo do gosto ou imaginação de cada um.”

Também há em versão miniatura.

O nome do negócio surgiu rapidamente e claro que tinha de ter pavlova pelo meio. “Surgiu associado ao facto do Parque das Nações, local onde vivemos, ser um bairro jovem, familiar e dinâmico, e ideal para encontro de amigos ou qualquer tipo de celebração onde uma bonita sobremesa se encaixa na perfeição.”

Os pedidos são sempre feitos online por mensagem privada através da página de Instagram da marca. Se estiver na zona do Parque das Nações, a entrega é gratuita, já noutras áreas da cidade acrescenta-se uma taxa.

Em poucas semanas de atividade, os comentários que recebeu são bastante elogiosos. “O feedback não podia estar a ser mais positivo. A procura dos vários sabores é muito equilibrada, mas diria que o mais consensual continua a ser o de frutos vermelhos.”

Entre os próximos objetivos da marca está a procura de novas combinações de sabores, mas também de diferentes formas de apresentar o produto.

A pandemia fez com que os negócios online aumentassem no País. As sobremesas foram uma das opções mais criadas, desde bolachas, brigadeiros e até bolos. O melhor de tudo é que fazem entregas ao domicílio. Carregue na galeria para conhecer novos projetos de doces que foram criados nos últimos meses.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT