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Gourmet e Vinhos

Hipermercados podem ser proibidos de vender livros e roupa durante o confinamento

Para evitar concorrêndia desleal, Governo pode limitar a venda aos bens alimentares e produtos essenciais.
Vão ser semanas diferentes

Assim que as medidas e termos do confinamento foram divulgadas por António Costa esta quarta-feira, 13 de janeiro, que as críticas começaram a surgir. Do lado da Confederação do Comércio e Serviços, veio a sugestão de limitar o tipo de produtos que os hipermercados — que ficarão abertos em horário normal, ao contrário de outras superfícies comerciais mais pequenas como lojas de roupa e livrarias.

Ao que tudo indica, o Governo terá aceite a sugestão, revela o “Dinheiro Vivo”, que cita o documento que regula o novo estado de emergência que entra em vigor à meia-noite de sexta-feira. “O membro do Governo responsável pela área da economia pode, mediante despacho, determinar que os estabelecimentos de comércio a retalho que comercializem mais do que um tipo de bem e cuja atividade seja permitida no âmbito do presente decreto não possam comercializar bens tipicamente comercializados nos estabelecimentos de comércio a retalho encerrados ou com a atividade suspensa nos termos do presente decreto”, descreve-se no diploma.

Os livros e a roupa poderão, portanto, fazer parte dos produtos de venda interditada, de forma a não prejudicar livrarias e lojas de roupa que, por ordem do Governo, irão encerrar durante pelo menos as próximas duas semanas.,

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