Gourmet e Vinhos

O rosé com medalha de ouro que não pode faltar na mesa neste verão

Refrescante, o vinho de Arraiolos ganhou uma importante distinção no Concurso Mundial de Bruxelas deste ano.
Perfeito para os dias quentes.

Os dias quentes que já se fizeram sentir relembraram-nos as saudades dos almoços e finais de tarde ao ar livre. Seja com marisco, um peixe na grelha ou até umas saladas mais fit, a verdade é que um vinho fresco a acompanhar faz a diferença nestes momentos à mesa.

Assim, pode começar a pensar no que vai servir na ementa, porque para o vinho que tem de ter à mesa, a NiT tem a sugestão certa de uma garrafa com aroma de frutos vermelhos e rebuçado. Estamos a falar do Tapada das Lebres Premium Regional Alentejo Rosé: uma opção rica, “gulosa” e que finaliza de forma elegante e refrescante. Características que lhe valeram a distinção internacional. 

Produzida com as castas Syrah, Aragonez, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional, este rosé ganhou em março uma medalha de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas, em fevereiro deste ano, entre mais de 1200 vinhos rosé avaliados pelo júri. 

Além de ficar bem numa mesa composta, com o seu tom rosa salmão, funciona como aperitivo e harmoniza especialmente idealmente com comida de especiarias acentuadas, gastronomia asiática e com as famosas pastas italianas. 

“O verão de 2023 no Alentejo não foi excessivamente quente, favorecendo a vinificação de rosé e proporcionando uma frescura e elegância excecionais a esta colheita”, explica Jaime Quendera, o enólogo da Herdade das Mouras, produtora deste vinho da região de Arraiolos.

Pode encontrar o Tapada das Lebres Premium Regional Alentejo Rosé à venda nos supermercados Continente por 4,69€. Habitualmente, o preço de venda ao público recomendado de 13,49€. 

“Além do feedback geral muito positivo dos consumidores relativo a todos os vinhos da marca Tapada das Lebres, que se tornou na sua marca de referência de vinhos do Alentejo, o feedback específico que temos sobre o Tapada das Lebres Rosé diz-nos que se trata de um vinho de um patamar qualitativo muito superior ao do seu preço de venda”, acrescenta o produtor.

Com uma guarda média, pode conservá-lo entre um a três anos, para ser servido a uma temperatura de 12ºC a 14ºC. A marca da Herdade das Mouras nasceu com a plantação de 227 hectares de vinha naquele local específico no início do século XXI. Antes da vinha, a paisagem era composta por densos arbustos e fazia parte de uma zona de caça. As lebres que por lá existiam, e ainda hoje se podem encontrar, acabaram por ser também o motivo do nome desta marca de vinho.

Uma cor salmão que se destaca.

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Este artigo foi escrito em parceria com o Continente.

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