gourmet e vinhos

Que se f***: o mais recente pack do vinho viral também já esgotou

Depois das canecas, as sweatshirts foram igualmente todas vendidas. Agora é esperar por nova edição, se ela vier.
Garrafas, canecas ou sweatshirts, tudo esgotado.

“Sold out.” Em poucas semanas o vinho viral de 2020 voltou a esgotar todas as garrafas. No site do Que se foda, criado para o efeito, “sold out” é o que se lê em todas as opções que se poderiam comprar. Nesta mais recente edição da marca, lançado no início de março, além de um pack com as duas referências numa caixa de madeira, estavam disponíveis canecas e sweatshirts.

As canecas foram as primeiras a esgotar. Estavam à venda por 10€ e era um artigo simples. A diferença estava nas frases que a compunham. “Não há copos lavados? Que se foda”, lia-se na caneca. Além deste produto, estavam disponíveis as sweatshirts. “Não sabes o que vestir? Veste uma merda qualquer, que se foda.” Era toda em branco, só com estas frases escritas a preto, e custava  45€. 

Este fim de semana, esgotaram as sweatshirts e o mesmo aconteceu com os packs de vinho. Nesta edição estavam mil à venda. Os últimos 50 packs foram vendidos a metade do preço durante este domingo, 28 de março.

Os vinhos que Francisco Eduardo, o artista plástico português responsável por este projeto, usou são da Adega da Azueira, na região de Lisboa. Em relação às referências, o Que se Foda 2020 é um Syrah de 2017, com 13,5 por cento de teor alcoólico. Já o Que se Foda o Tinto, que na verdade é o branco, junta as castas Fernão Pires e Chardonnay e tem 13 por cento de álcool. 

Por enquanto, ainda não se sabe se o Que se foda irá regressar e estar mais uma vez disponível para comprar. É estar atento ao Instagram da marca onde são partilhadas sempre todas as novidades.

Francisco Eduardo é natural de Aveiro e estudou na escola de Belas Artes do Porto. Já trabalhou, e trabalha por vezes, para agências de publicidade. Atualmente, tem uma empresa com outro sócio, o estúdio Eles, onde faz direção de arte para anúncios, design e serigrafias. Também já tinha feito alguns rótulos de vinhos, por isso a experiência não foi completamente inédita. 

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