Gourmet e Vinhos

Ronaldo escondeu as garrafas — e a Coca-Cola perdeu três mil milhões de euros

A manobra do futebolista foi falada em todo o mundo e o gesto provocou um dano na valorização da multinacional.
Ronaldo quer que beba água

Esta terça-feira só se fala de Ronaldo e dos seus dois golos no jogo inaugural do Europeu 2021 frente à Hungria, mas antes de saltar para o relvado, o capitão da Seleção era tema de conversa pelo gesto inusitado na conferência de imprensa de antecipação. O número 7 de Portugal retirou duas garrafas de Coca-Cola — um dos patriconadores do evento — que estavam à sua frente na mesa e substituiu-as por água.

O futebolista fez questão de sublinhar a troca, numa espécie de rejeição de promoção da bebida, preferindo a água. A ação aparentemente inocente acabou por ter um impacto inesperado, com o valor da empresa na bolsa de valores a sofrer uma quebra de três mil milhões de euros, numa desvalorização de 1,6 por cento.

Entretanto, a multinacional respondeu ao gesto de Ronaldo e frisa que os jogadores recebem garrafas de Coca-Cola, mas também de água, admitindo que “toda a gente tem direito à sua preferência no que toca a bebidas”.

Não é a primeira vez que o jogador de futebol menciona a bebida. Revelou, em tempos, que o seu filho podia ser um bom jogador, não fosse as Coca-colas e batatas fritas que ingeria. A verdade é que o craque português tem um histórico com esta marca. Não se sabe se consome a bebida, mas no início da carreira, quando jogava no Manchester United, foi uma das caras de uma campanha de publicidade da Coca-Cola na Ásia.

A colocação das garrafas na mesa da conferência de imprensa faz parte do protocolo, já que a Coca-Cola é uma das mais importantes patrocinadoras do evento. Foi também essa a nota que deixou a UEFA, sublinhando que seria impossível “organizar um torneio” sem este apoio das marcas.

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