Gourmet e Vinhos

Vem aí um ciclo de provas especiais de vinho do Porto

A ação é desenvolvida pelas Caves Ferreira e tem sessões marcadas para 9 e 22 de julho.
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O vinho do Porto faz parte da cultura e das tradições portuguesas. É um dos nossos maiores símbolos lá fora e os estrangeiros que visitam o País querem sempre prová-lo. Mas será que o conhecemos assim tão bem? Para aproximar os portugueses de uma das bebidas mais apreciadas em todo o mundo, as Caves Ferreira lançaram um Ciclo de Provas Especiais, que começou em 2020 e vai ter agora novas sessões.

As próximas já agendadas vão realizar-se na sexta-feira, dia 9 de julho, e a 22 de julho. As sessões acontecem sempre às 17 horas. As as provas começam com uma visita às caves, de forma a que os participantes possam conhecer um pouco mais sobre a história de Dona Antónia — conhecida como Ferreirinha —, a região do Douro e, claro, o vinho do Porto. É um momento que vale a pena, mesmo para quem já tem algumas noções ou já visitou algumas caves.

A prova que decorre na próxima sexta-feira, 9 de julho, está reservada à descoberta do património de Vintage Clássicos da garrafeira de Porto Ferreira. Será guiada pelo enólogo responsável pelos vinhos do Douro da Sogrape, Luís Sottomayor, e vai debruçar-se sobre os Ferreira Vintage de 1952, 1960, 1978, 1985, 1999 e 2018. A participação custa 200€.

Por sua vez, a prova de 22 de julho será também dedicada aos Vintage, embora de uma outra forma e com outras colheitas. Neste caso, a prova fica por 150€.

Ao mesmo tempo, as Caves Ferreira acolhem até 3 de outubro a exposição Espaço para o Corpo, que reúne as obras de um conjunto de artistas, mulheres, tanto nacionais como estrangeiras. Esta é uma parceria com a Coleção de Serralves e leva uma dinâmica diferente às caves, ao mesmo tempo que dá novos contextos às obras, que podem ser encontradas entre pipas e garrafas.

No último ano, devido à pandemia, todos os setores de atividade sofreram, especialmente aqueles que estão ligados à hotelaria e ao turismo. No caso das Caves Ferreira, estavam num dos melhores períodos em janeiro e fevereiro de 2020, uma tendência que se alterou logo em março e que caiu fortemente nos meses seguintes, sobretudo com o confinamento.

“Foi um ano perdido em termos de negócio, mas foi um ano ganho em termos de repensarmos as nossas próprias ofertas e as experiências que podemos dar nos nossos ativos”, explica à NiT o diretor de Enoturismo da marca, Pedro Sottomayor.

Além das visitas tradicionais, há agora novas experiências, para grupos mais reduzidos e sempre tendo em conta as restrições a que a pandemia tem obrigado. A aposta passa a estar mais na captação do público português, sobretudo, uma vez que a aposta do turismo estrangeiro ainda é reduzida.

Carregue na galeria para ver um pouco mais sobre as caves e as visitas.

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