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Zesty: os novos chocolates portugueses são saudáveis, vegan e sem açúcar

Rosália mudou de alimentação, mas quando procurava doces nunca encontrava nada que a satisfizesse.
São dois os sabores disponíveis.

Quando se mudou para Londres, para fazer um mestrado em marketing digital, Rosália Costa, 28 anos, mudou também os hábitos alimentares. Passou a ter uma alimentação plant based, a preocupar-se com os alimentos e os benefícios que lhe traziam. Nunca se ficou por uma monotonia de saladas, procurava sempre refeições mais compostas, mas na altura de escolher um doce a tarefa revelou-se mais complicada.

“Sempre fui uma apaixonada por doces e por isso também comecei a testar novas sobremesas, muitas delas com chocolate. Mas a verdade é que faltava no meu dia-a-dia uma solução conveniente para acabar com aquela vontade de comer algo doce. Nunca encontrei nada que fosse realmente delicioso e saudável. Foi por isso que decidi lançar a Zesty”, explica Rosália à NiT.

A nova marca de chocolates portuguesa foi oficialmente criada no final de abril. No entanto, já estava a ser pensada há um ano. “Foram precisos muitos meses de trabalho até conseguirmos obter a fórmula do nosso chocolate.”

Sempre gostou de doces e sobremesas e percebendo que havia esta lacuna no mercado, aventurou-se nesta marca com chocolates vegan, sem glúten e sem açúcares adicionados. “Quando surgiu a ideia de criar a Zesty fiz uma intensa pesquisa para perceber a indústria do chocolate e as tendências de consumo para ter a certeza que o produto estava alinhado com as preferências dos consumidores.”

Ainda antes de ir para Londres estudar marketing digital, Rosália licenciou-se em comunicação social. Chegou a trabalhar como jornalista numa revista, mas acabou por sair quando descobriu a paixão pelo marketing. Esteve em agências e fez trabalhos com marcas até que procurou continuar os estudos na área em Inglaterra. Além da Zesty, onde conta com o apoio do noivo que é formado em finanças, Rosália é especialista em marketing digital num grupo de media.

Os chocolates são feitos na zona norte do País e apenas usam cacau proveniente do norte de África, sempre com certificado Rainforest Alliance, “garantindo assim que o nosso cacau foi produzido através de produções sustentáveis e socialmente responsáveis”. 

Há também de avelã.

A ideia inicial era criar tabletes, mas depois de alguns testes chegou-se à conclusão que as barrinhas eram a melhor forma de apresentar o produto. “Chegamos à conclusão que este formato se adaptava muito melhor ao dia a dia dos consumidores e que permitia uma melhor estabilidade do produto. Também nos permitiu ter uma maior quantidade de recheio do que numa tablete convencional.”

Sempre quis ter chocolates recheados com frutos secos, tudo devido aos benefícios para a saúde. Neste momento, os que tem disponíveis são os com creme de amendoim (4,50€) e os com creme de avelã (4,80€). A base é sempre um chocolate com 70 por cento de cacau. Além do formato individual, estão disponíveis em packs com seis unidades (desde 27,90€). Os pedidos podem ser feitos através do site da marca e chegam a todo o País.

“A reação dos consumidores tem superado todas as expectativas. Recebemos inúmeras mensagens através das redes sociais a contar a experiência com os nossos chocolates e a dar-nos os parabéns. Muitas pessoas que não gostam de chocolate negro escrevem-nos a dizer que estão rendidas ao chocolate Zesty.”

Estão a chegar a acordo para em breve ficarem disponíveis no retalho. Outro dos próximos objetivos passa por aumentar a gama de chocolates que têm disponível. “Temos recebido muitas mensagens de clientes com sugestões de outros produtos e estamos já a trabalhar em novos lançamentos para breve.”

Têm sempre 70 por cento de cacau.

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