Restaurantes

Cinco marisqueiras incontornáveis onde se come bom marisco todos os dias do ano

Entre projetos totalmente novos, espaços míticos aperfeiçoados e regressos após longas ausências, há muito para explorar.
Tome nota.

As estações quentes, os dias longos e as tardes com amigos entre copos e petiscos são muitas vezes associados a marisco fresco e peixe grelhado. O adeus ao verão, contudo, não precisa de incluir a despedida a estas duas especialidades portuguesas, não fosse a costa nacional tão rica e diversa em ambas.

Sim, talvez tenha de trocar a esplanada pelas salas interiores, mas o importante é que o que chega à mesa seja da maior qualidade. É precisamente o que acontece em espaços como o Escama, que inaugurou em maio na Parede, Cascais, pelas mãos de Henrique Silva e Pedro Silva Carvalho — entretanto, o segundo foi afastado pelo que a própria equipa do restaurante definiu como “declarações misóginas”.

Antes disso, porém, a dupla de amigos usou as respetivas experiências na área da gestão para “criar uma marisqueira diferente”, segundo contou à NiT João Assunção, o gerente. “Infelizmente, a maioria das marisqueiras estão paradas no tempo há muitos anos. É uma situação que começa a mudar, mas ainda acontece bastante. Tudo é grelhado, frito ou até apresentado da mesma forma. Muda só a qualidade e o preço. Queríamos algo distinto, sem nunca abdicar da qualidade”, acrescenta.

A aposta é visível tanto no espaço, luminoso e elegante, quanto na carta, que muda a cada quatro meses, pelo compromisso de trabalhar com produtos de época. Assim, não faltam os clássicos, claro — a amêijoa à Bulhão pato (23€), as gambas à guilho (20€) e a sapateira (35€/kg) são exemplos —, mas há um toque de originalidade dado pelas mãos do chef Miguel Garcia, que chega de São Tomé e Príncipe, onde tinha a cargo a cozinha dos hotéis HBB.

Carregue na galeria para saber mais sobre o Escama e outras marisqueiras que merecem uma (ou várias) visitas.

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