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Francisca Dias deixa de trabalhar com Ljubomir: “Dei sempre o máximo de mim”

A vencedora do "Hell’s Kitchen" estava no 100 Maneiras desde abril. Saiu do restaurante Michelin para começar um novo desafio.
Francisca Dias foi a grande vencedora do “Hell’s Kitchen”.

Desde o passado mês de abril que Francisca Dias trabalhava na cozinha do 100 Maneiras, de Ljubomir Stanisic, em Lisboa. Conquistou o lugar por ter vencido o programa da SIC “Hell’s Kitchen”, de que o chef era apresentador. No final de outubro, Francisca revelou na sua página de Instagram que ia deixar o restaurante. Em conversa com a NiT explica que se vai lançar num novo projeto e que faria tudo igual. “Dei sempre o máximo de mim e quando estamos felizes e a fazer o que gostamos não há nada de que nos possamos arrepender.”

Depois de ter trabalhado uns meses no Feitoria, com uma estrela Michelin, em Belém, a experiência no 100 Maneiras foi a segunda num projeto estrelado. No programa da SIC, Ljubomir fartou-se de elogiar vários pratos de Francisca, como um simples arroz branco. “O empenho e a dedicação à cozinha que víamos na televisão mantém-se no 100 Maneiras.”

Apesar de não revelar ainda para onde vai, ou em que irá fazer exatamente, Francisca Dias promete novidades em breve. O Cisca Massala, o projeto de temperos, molhos e conservas que criou ainda antes da participação no programa, irá continuar a funcionar da mesma forma. “Vamos refazer a oferta dos produtos.”

A decisão de sair do 100 Maneiras foi complicada de tomar?
Foi uma decisão ponderada e decidida em família. Era algo que estava pensado para daqui a uns anos, mas há oportunidades que surgem quando menos esperamos.

No Instagram fala de outros desafios. Já se podem saber quais são? É um novo restaurante?
Nesta fase ainda não posso revelar muito sobre o projeto, mas em breve terei mais novidades.

Quais são os grandes objetivos profissionais que tem para os próximos anos? O que gostava de construir e onde gostava de estar?
Nesta fase estou empenhada neste novo objetivo que acredito que será o continuar de uma aprendizagem e crescimento da minha carreira. Com esta mudança quero focar-me não só a nível profissional, mas também a nível pessoal e familiar.

Se fosse hoje, teria aceitado o emprego no 100 Maneiras?
Certamente que sim.

Olhando para trás, o que gostaria de ter feito de diferente ao longo dos meses que lá esteve?
Dei sempre o máximo de mim e quando estamos felizes e a fazer o que gostamos não há nada de que nos possamos arrepender, pelo o que não mudaria nada.

Globalmente como avalia a experiência no 100 Maneiras?
Foi incrível e desafiante. Sinto-me muito privilegiada por ter tido a oportunidade de trabalhar ao lado do chef Ljubomir,[Stanisic], do chef [Manuel] Maldonado e de toda a equipa do restaurante.

Já tinha trabalhado numa cozinha Michelin, no restaurante Feitoria, do Altis Belém. O que foi diferente desta vez?
São cozinhas distintas, com técnicas e sabores diferenciados. No entanto, a qualidade e o foco têm de ser os mesmos.

O que leva de toda do 100 Maneiras?
Levo as pessoas e tudo que aprendi — novas técnicas, novos sabores. Mudar de vida nunca é uma decisão tomada de ânimo leve.

Como foi trabalhar com o chef Ljubomir? Era diferente do que mostra ser na televisão, no programa “Hell’s Kitchen”?
Foi um privilégio trabalhar com o chef Ljubomir. O empenho e a dedicação à cozinha que víamos na televisão mantém-se na sua equipa do 100 Maneiras.

O Cisca Massala, o projeto de temperos, molhos e conservas que criou, vai continuar?
Continuará a existir, mas vamos refazer a oferta dos produtos e privilegiar o leque de best sellers.

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