Restaurantes

Grupo Chimarrão lesado em dezenas de milhões de euros devido a burla com a faturação

O esquema informático permitia a realização de transferências para contas pessoais. Os três suspeitos foram detidos pela PJ.
Chegou ao País em 1987.

O grupo Chimarrão foi alvo de uma burla que ascende a dezenas de milhões de euros. Os três suspeitos detidos pela Polícia Judiciária (PJ), “conseguiram controlar todo o sistema informático relacionado com a faturação e realizaram várias transferências para a sua esfera pessoal”, informou a força policial esta quarta-feira, 5 de junho.

As 25 buscas realizadas no âmbito da operação “Assinatura D’Ouro” resultaram na apreensão de vários documentos em papel e digitais, imóveis e viaturas de luxo. Os dados relativos aos saldos bancários e participações societárias também foram recolhidos. A investigação foi levada a cabo pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da PJ. 

O trio enfrenta acusações de acesso ilegítimo, sabotagem e burla informática, falsificação de documentos e branqueamento de capitais. “Aproveitaram-se da situação de vulnerabilidade das vítimas, assumindo paulatinamente o controlo das empresas e transferindo para a sua esfera pessoal património avaliado em dezenas de milhões de euros, o que suscitou fortes suspeitas relativamente à licitude de vários negócios jurídicos”, refere a PJ.

Fundado em 1987 por Cassiano Castro, o grupo Chimarrão tem vários restaurantes de rodízio brasileiro espalhados pelo País, como no Campo Grande, Centro Comercial Colombo, Parque das Nações, Montijo, Coimbra e Parque Nascente.

O churrasco é o protagonista do conceito, que conta ainda com buffet de entradas e saladas, acompanhamentos quentes e sobremesas. 

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT