A sustentabilidade é, cada vez mais, um ingrediente na cozinha dos maiores chefs nacionais. A prova disso é que, durante a gala Michelin 2026, que decorreu esta terça-feira, 10 de março, no hotel Savoy Palace, na Madeira, voltaram a ser celebradas as chamadas estrelas verdes.
Este guia foi criado para distinguir os espaços que demonstram o seu verdadeiro compromisso para com a sustentabilidade. Da escolha dos produtos utilizados, como os locais, à gestão de resíduos, há vários fatores — e sobretudo pormenores — que levam a esta distinção.
A menção honrosa foi dada a sete restaurantes, uma novidade face aos seis que figuram na lista do ano passado. A entrada foi A Cozinha do Paço, em Évora, do chef Afonso Dantas. O restaurante, que nasceu precisamente na antiga área destinada à cozinha do Paço do Morgado de Oliveira, tem “uma forma particular de olhar para o Alentejo”
“A ideia é que os pratos tragam memórias nostálgicas do antigamente, mas não queremos replicar nada. Inspirámo-nos na história do Paço e de quem passou por cá, como as famílias reais”, referiram os responsáveis à NiT, aquando da inauguração.
Os 7 restaurantes portugueses com distinção Estrela Verde na Gala Michelin
— Encanto (Lisboa)
— Il Gallo D’Oro (Funchal)
— Herdade da Malhadinha Nova (Beja)
— Restaurante da Herdade do Esporão (Reguengos de Monsaraz)
— Mesa de Lemos (Silgueiros)
— Ó Balcão (Santarém)
— A Cozinha do Paço (Évora)

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