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Jacca: o novo espaço em Lisboa com comida fast casual healthy

O menu tem propostas rápidas e acessíveis, pensadas em quem tem pouco tempo para almoçar.

Originária do sudeste asiático e comum no Brasil, a jaca detém o título de “maior fruto arbóreo do planeta”: cada exemplar pode chegar a pesar entre 10 e 50 quilos. Esta espécie tropical, com casca uma rugosa e tons esverdeados ou amarelados, tem uma polpa fibrosa, rica em antioxidantes. É também um fruto versátil, uma vez que pode ser consumido maduro (ao natural, com um sabor adocicado) ou verde, quando apresenta uma consistência firme e pode funcionar como alternativa à carne desfiada (especialmente a carnes brancas, como a das aves).

É precisamente este fruto com uma textura singular que serve de inspiração ao Jacca. Situado a poucos minutos de Sete Rios, entre o Hospital de Santa Maria e a Praça de Espanha, no Condomínio Parque Verde, o espaço lisboeta aposta no conceito fast casual healthy.

A ideia é servir comida rápida, mas saudável e saborosa, que chega às mãos do cliente “em cinco minutos ou menos”. Para quem circula pela zona durante o período laboral, entre as 12 e as 15 horas, a ementa organiza-se em três secções.

Entre as bowls (9 a 13€), com bases de arroz integral, quinoa ou massa soba, destacam-se propostas como a de cogumelos e tofu ou a de pulled pork com batata-doce.

No capítulo das sandes (8 a 12€), preparadas em pães artesanais como a baguete brioche ou pão de batata, a protagonista é a famosa pulled jaca (com pickles e mostarda), mas também existem opções de pasta de frango com iogurte ou de atum com ricotta. Por fim, os bentos (10 – 14€), de inspiração japonesa, são caixas com refeições completas. Incluem sempre arroz basmati e uma proteína, como o bulgogi coreano ou o frango teriyaki, acompanhados de sopa miso e legumes.

O menu segue fórmulas semanais acessíveis: 8€ com sandes, 9€ com bowl ou 10€ pelo bento (mais bebida), que podem ser complementados com sopas do dia (como alho-francês ou espinafres, 2,20€) ou sobremesas nutritivas e saudáveis, como pudim de chia com manteiga de amendoim (3,95€) e iogurte com granola caseira (3,95€). Para acompanhar, surgem os smoothies, os sumos do dia (3€), as limonadas de fabrico próprio (1,60€) ou as águas funcionais Why Not, com vários sabores à escolha (3,95€).

Para quem sai de casa sem tomar o pequeno-almoço, há tostas de abacate ou de cogumelos com húmus de tremoço (ambas por 4,20€), tarde mirtilo sem açúcar (2,80€) e snacks variados, como barras proteicas e fruit balls (2 a 2,50€).

O espaço segue uma decoração minimalista, em tons de verde e madeiras claras. Apesar de alguns lugares sentados, a grande aposta é no conceito grab and go, a pensar em quem tem pouco tempo para almoçar, entre aulas, ou a meio de um dia de trabalho. Os pedidos também podem ser feitos através de plataformas como a Uber Eats e a Glovo.

Uma decoração minimalista e despojada.

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