Os moliceiros carregados de sushi acabaram de chegar ao WOW, em Vila Nova de Gaia. O novo espaço da cadeia Subenshi, marca o início de uma nova era para o grupo, que conta com espaços em Aveiro, Porto e Lisboa.
A história do Subenshi não pode ser contada, sem falar da de Bernardo Gomes e Silva, natural de Aveiro. O proprietário da marca tinha apenas 16 anos e um sonho: ser campeão de jiu-jitsu. Tentou convencer os pais a deixá-lo ir viver para o Brasil, onde o desporto estava mais desenvolvido e havia espaço para competir. Como o pai tinha negócios em Maragogi, acabaram por permitir. Partiu em 2006 e, durante três anos dedicou-se totalmente à arte marcial, foi campeão na sua categoria e acabou rendido a algo que por lá estava em crescimento: a cozinha japonesa.
A rotina do jovem no Brasil, era simples. Passava os dias a treinar, a comer (muito sushi) e dormir. “Fiquei lá até aos 19 anos e quando regressei estava completamente apaixonado pela cultura japonesa. A disciplina, a organização e, claro, o sushi”, conta à NiT o gestor de 36 anos.
Se recuarmos a 2009, o ano em que Bernardo chegou a Portugal, os restaurantes de sushi eram ainda escassos. Por isso, decidiu abrir um. Antes, estudou cozinha japonesa e gestão hoteleira. Em 2014, inaugurou o primeiro Subenshi em Aveiro, a sua cidade natal. O conceito foi muito bem recebido e, em 2017, avançou para a Baixa do Porto. Seguiu-se, em 2024, Lisboa e agora Vila Nova de Gaia. O novo espaço abriu em agosto deste ano.
Subenshi 2.0
Os moliceiros carregados de sushi — um dos pormenores distintivos do conceito — atracaram no WOW, com vontade de construir uma nova era. A começar pela imponência da localização, que se debruça sobre as margens do rio Douro, mas também no próprio espaço, decorado de forma imponente, o restaurante quer oferecer uma experiência completa.
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“Acredito que o sucesso das marcas está profundamente ligado à sua ambição. Se um negócio quer crescer, deve ter a capacidade de se desafiar e de estar permanentemente à procura do próximo passo. Foi exatamente essa a premissa que nos trouxe ao Subenshi 2.0, um conceito que queremos, acima de tudo, que proporcione uma experiência envolvente do início ao fim, com coerência entre aquilo que servimos, o serviço que prestamos e o ambiente que criamos”, explica o fundador.
E é de experiências que o novo espaço vive. O Subenshi de Gaia será o primeiro da cadeia a receber eventos como o Kaitai Show, que consiste no corte integral de um atum, permitindo acompanhar de perto “a técnica, a precisão e o respeito pelo produto que caracterizam a tradição japonesa”.
Outras das novidades encontram-se na carta, onde agora se destaca o wagyu japonês, considerado uma das carnes mais prestigiadas do mundo, servido em cortes como a picanha. Há ainda uma “seleção de peixe submetido a maturação, um método que, além de reduzir a humidade do produto, melhora a sua textura e desenvolve o sabor”.

O menu inclui também as já famosas gambas Subenshi em tempura com amêndoa laminada e cebolinho (16,90€ para quatro unidades), tártaro de atum (24,95€), ceviche de espadarte (16,95€) ou ceviche Nikkei de salmão (16,95€). Há também sashimi single (9,95€), sashimi red eyes (12,95€), temaki de salmão (7,50€), temaki vegetariano (7,50€) ou temaki de atum (11,90€).
Se procura sugestões menos habituais, o chirashi (37,50€), o tártaro de toro e caviar (59,90€), sashimi de toro e caviar (42,90€) ou os combinados de gunkans, ou nigiris (22,95€) são boas opções.
Tudo isto pode ser saboreado enquanto admira um moliceiro gigante e dourado, com cerca de oito metros, que atravessa o teto da sala principal.
Carregue na galeria para ver algumas imagens do espaço e de alguns pratos que pode provar por lá.








