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Casa do Frango: há uma nova churrasqueira moderna junto ao Tejo

Abriu no Parque das Nações e aposta na tradição, servida num espaço para 580 pessoas, com cocktails de autor.

No final dos anos 70, Lisboa era uma cidade marcada pelas churrasqueiras. Aos fins de semana, as famílias saíam para almoçar juntas e não era raro ver empresários à mesa a discutir negócios ou política enquanto partilhavam um frango assado.

Foi dessa memória e da vontade de provar que ainda é possível sentar a família à mesa à volta de um prato simples e português, que nasceu o novo conceito da Plateform. A Casa do Frango abriu a 8 de outubro e resulta “da vontade de trazer um dos grandes clássicos do conforto português”.

O grupo escolheu um espaço amplo no Parque das Nações, com vista para o rio. Fica a poucos minutos do Oceanário, do Meo Arena e de várias zonas de lazer, o que pesou na decisão. A ideia era criar uma churrasqueira moderna, pensada para encontros entre amigos e refeições em família.

O restaurante tem cerca de 900 metros quadrados e capacidade para 580 pessoas, entre a sala interior e a esplanada, que continuará a funcionar mesmo nos meses frios. Ao lado, criaram ainda uma gelataria, com mais 36 lugares sentados para quem quiser terminar o passeio com um gelado.

“O projeto arquitetónico traz um diálogo entre a tradição e a modernidade. As fachadas envidraçadas deixam entrar a luz necessária, que reflete nas paredes branco marfim e nos azulejos da Viúva Lamego. A ideia era criar esta mistura de textura e época”, explica Tiago Veiga, diretor de marketing e comunicação da Plateform.

A decoração junta madeira natural, banquetas estofadas e cadeiras com um visual que remete aos anos 60 e 70. O chão mistura pedras com faixas de carvalho em dois tons que formam um padrão de losangos. Tudo conduz à cozinha aberta, onde se pode ver o ritmo do serviço. Quem quiser ficar na linha da frente pode sentar-se ao balcão de pedra com 12 metros.

“Tentámos trazer contemporaneidade, mas sem perder a tradição”, reforça Tiago Veiga. E essa ideia passa também pelos pratos que saem da grelha.

O frango é a estrela óbvia da carta. “Cada churrasqueira tem o seu segredo para conseguir uma receita original. Neste caso não é diferente. Não posso revelar o nosso, mas temos um molho próprio que esperemos que se torne a nossa identidade”, conta Tiago Veiga à NiT.

Serve-se inteiro ou em meia dose (18€/9,50€), com a possibilidade de juntar o piri-piri da casa. A grelha ainda recebe costeletão de novilho (32€), lagartos (13€) e plumas (14€). Para quem prefere peixe, há bacalhau assado (28€), polvo grelhado (26€) e as tradicionais espetadas de lulas e camarão (19€). Os vegetarianos também têm lugar à mesa, com um Brás de legumes (12€).

Como manda a tradição, há petiscos para abrir o apetite. Entre os mais pedidos estão os croquetes de novilho (5€), rissóis de leitão (6€), pastéis de bacalhau (6€), chouriço na brasa (8€) e punheta de bacalhau (9€).

À sobremesa, os clássicos são servidos nas tradicionais taças de inox. Foi essa a escolha do grupo para apresentar a mousse de chocolate (4€) e o pudim flan (3,50€). A lista inclui ainda natas do céu (4€), bolo de bolacha (4€), baba de camelo (4€), leite-creme (4€), farófias (4€) e fruta laminada.

Para terminar a refeição — ou para quem chega mais cedo e espera pelos amigos —, o bar da entrada serve cocktails assinatura. “Mais uma vez quisemos trazer os clássicos da nossa cultura para os dias de hoje, por isso criámos algumas bebidas como a amarguinha sour”, diz o responsável. Há ainda chás frios da Companhia Portuguesa de Chás, espumantes e vinhos nacionais.

Carregue na galeria para descobrir a nova churrasqueira moderna de Lisboa.

FICHA TÉCNICA

  • MORADA
    Rossio dos Olivais 2 23.02
    1990-231  Lisboa
  • HORÁRIO
  • Segunda a domingo das 12h às 00h
PREÇO MÉDIO
Entre 10€ e 20€
TIPO DE COMIDA
Frango

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