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O “Hell’s Kitchen” acabou, mas os concorrentes já estão lançados em vários negócios

Uns aproveitaram o programa para ganhar visibilidade nos respetivos restaurantes, outros pensaram em conceitos originais pós-Ljubomir.
Francisca tem um negócio de molhos e conservas.

Assim que saiu de “Hell’s Kitchen”, Hélder Guimarães tinha a certeza de que queria ter um negócio próprio, só não sabia bem o quê. Terminadas as gravações do programa da SIC, passou a interessar-se mais por pastelaria e em conversa com Daniela da Silva, outra das concorrentes, teve o primeiro contacto com os cronuts. Hélder percebeu que em Portugal este mix de croissants com donut não muito explorado e foi assim que nasceu a GoNutspt.

Há mais participantes da primeira edição do programa da SIC, que terminou este domingo, 6 de junho, que aproveitaram a visibilidade em prime time para se lançarem em projetos. Francisca Dias, a grande vencedora do programa, desde março que tem com a mulher,  Tânia Semedo, um negócio dedicado a molhos, temperos e conservas: o Cisca Massala. A ideia já vinha antes do “Hell’ Kitchen”, quando Francisca ficou desempregada, mas decidiram esperar pela estreia na televisão para o divulgarem nas redes sociais.

Por outro lado, o Hell’s Table é o negócio que junta mais ex-concorrentes. Falamos de António Pedro, Diogo Filipe e Lucas Fernandes, o segundo finalista. É um pequeno restaurante em Vila Verde que está a ter um grande sucesso nesta região. Já têm os jantares todos esgotados até ao final do ano. A ementa é sempre surpresa, apesar de alguns elementos comuns. O jantar envolve, por norma, um menu de degustação com 11 a 12 momentos e com preços que variam entre os 60€ e os 90€ por pessoa. Fica no interior do espaço de venda de carne maturada de Lucas, o Finesseleague, que assim ganhou esta zona de degustação.

Carregue na galeria para conhecer melhor estes e outros projetos dos concorrentes desta primeira edição do “Hell’s Kitchen”.

 

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