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O hotel Ritz tem um luxuoso menu de delivery com tudo o que precisa para o confinamento

O conhecido espaço de Lisboa virou-se para as entregas e criou uma ementa especial para ficar em casa como se fosse o hotel.
Tudo é preparado cum cuidado.

Ainda antes da pandemia, de saber que ia ter os quartos vazios e os restaurantes fechados, que o hotel Ritz, em Lisboa, se tinha virado para o delivery, através de um serviço luxuoso, claro. Premonição ou não, a verdade é que se manteve durante 2020 e desde os primeiros meses deste ano que as sugestões requintadas continuam a sair das cozinhas do espaço perto do parque Eduardo VII.

Grande parte das opções que se apresentam chegam do Restaurante Varanda, que conta com o chef executivo Pascal Meynard e o chef de pastelaria Fabian. Juntos coordenam uma equipa que tem mantido vivo aquele espaço, apesar dos poucos, ou nenhuns, hóspedes.

Nas últimas semanas, as habituais fotos de quartos e das vistas dos mesmos, deram lugar a imagens mais focadas neste serviço nas redes sociais, com pratos, petiscos e snacks que são entregues em casa, ou que pode levantar no hotel, sempre em sacos especiais e criados para o efeito.

Antes de arrancarem com este serviço, o Ritz Delicatessen, o nome oficial, já tinham tido algumas experiências de clientes que levavam para casa algumas sugestões. Um dos exemplos é o conhecido mille-feuilles do Ritz. Tal chegou também a acontecer com travessas de sushi e sashimi, ou até mesmo quando os serviços do hotel eram contactos para algum evento com catering especial.

Sempre apresentados em embalagens sustentáveis, todas as propostas do Ritz Delicatessen são criadas com o cuidado e atenção que seriam se o serviço fosse feito minutos depois para a mesa do cliente.

Há pratos, refeições leves e até pequeno-almoço.

No último ano, o menu sofreu algumas adaptações, tudo a pensar também na pandemia. Os plateaux repas têm sido das opções mais procuradas. Cada um tem um nome inspirado numa figura da cidade de Lisboa.

Pode pedir, por exemplo, o Marquês de Pombal, a sugestão vegetariana com salada de quinoa, caju, courgette e tomate cherry, um ravioli de aipo e a tartelete de fruta da época (35€); ou o Camões, que junta uma salada de sarda, cogumelos e queijo feta, o bacalhau confitado com bimi e grão e o mil-folhas do Ritz (37€).

Estes são conjuntos logo com uma seleção de entradas, prato e sobremesa, mas claro que pode escolher à vontade e fazer uma combinação a gosto. Nos canapés tem o foie gras rocher, a sapateira com picles, wasabi e yuzu, e o presunto pata negra com grissini.

Há ainda a sala de quinoa com camarão e pimento (20€), a sopa de tomate com manjericão e croutons de parmesão (14€), o lombo de porco ibérico com batata fondant, crumble de chalotas e molho de alecrim e alho (31€), o peixe galo com puré de yuzu e aipo (32€), ou o robalo com molho de Bulhão Pato.

Nas sobremesas entra o chef de pastelaria Fabian. As opções são muitas, tudo com muito requinte. Há vários éclairs, cheesecakes, macarons, tarteletes de limão e financier com confit de laranja. Está também disponível um menu de pequeno-almoço.

Os pedidos devem sempre ser feitos com 24 horas de antecedência. É no levantamento no hotel que são pagos. As entregas não são tão regulares, mas é uma questão de ver com o Ritz se tal é possível. Todas as sugestões pedidas devem ser consumidas no próprio dia.

A inspiração francesa é notória.

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