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Olivier: “Tenho saudades de ter os meus restaurante abertos sem restrições”

O restaurateur tem passado as últimas semanas pelos espaços que gere. Ainda assim, consegue ter tempo para golfe e kickboxing.
Continua a ter muito trabalho.

Confinamento é coisa que o restaurateur Olivier da Costa não tem feito muito. Mas calma que é tudo justificado. A alteração dos menus dos restaurantes para take-away e delivery leva-o a estar mais presente nos espaços que gere. Não gosta de os ver sem os habituais clientes e é disso que mais tem saudades.

No inquérito da NiT sobre o confinamento, perguntámos a Olivier o que anda a ver na televisão. Com o pouco tempo de tem, filmes não tem visto muitos. Já no que a séries diz respeito está a ver “Narcos”. Malhas confortáveis, e que sejam elásticas o suficiente para arregaçar as mangas, é o que mais tem usado por estes dias.

Com quem é que está a passar o confinamento?
Não em confinamento total, porque os nossos restaurantes continuam a funcionar com delivery e take-away. Mas passo muito mais tempo em casa com os meus filhos e a minha namorada.

Qual é a série de televisão que está a ver neste momento?
“Narcos”

Recomende-nos um livro que nunca devemos ler durante a pandemia.
A quem tem pavor à mudança não se recomenda o livro “Quem mexeu no meu queijo” (de Spencer Johnson). Inspira o desejo de fazer algo diferente e procurar novas formas para superar este mundo em mudança constante.

Aproveitou este período para ver algum filme clássico?
Ainda não consegui ver filme nenhum. Tivemos de reinventar os nossos serviços de delivery  e take-away e, além disso, estou muito empenhado nos nossos projetos de responsabilidade social. Por isso, não tenho tido mesmo tempo.

Qual é a peça de roupa que mais repetiu durante estes dias?
Malhas confortáveis, mas na realidade tenho um hábito de nunca repetir roupas, acima de tudo têm que ser confortáveis e que permitam arregaçar as mangas, porque ultimamente tem sido necessário para ultrapassar todas as dificuldades.

Conte-nos o motivo da sua maior discussão familiar nesta fase?
Motivo: continuar a não conseguir parar muito em casa. A atividade nos restaurantes, apesar de fechados, não para, logo eu não paro. Perante, esta situação estou sempre a inventar formas de inovar e de manter a equipa ocupada.

 Depois deste confinamento, qual é a comida que nunca mais vai querer ver à frente?
Um dos meus pecados é comer, confesso que não é só por inerência profissional, para mim é acima de tudo um ritual, um momento, uma celebração do culto.

Tem feito algum tipo de exercício físico?
Golfe e kickboxing com os meus filhos.

Qual é o local da cidade de que tem mais saudades?
Dos meus restaurantes abertos sem restrições, mais do que saudades, um forte sentimento de nostalgia…

Conte-nos aquele momento em que o tédio o levou a fazer o impensável.
Abrir novos restaurantes, nunca pensei que num momento de grande instabilidade no sector da restauração, iria abrir restaurantes, mas na verdade já abri dois (Clássico Beach Bar / Yakuza Porto) e tenho mais dois prontos a abrir (Yakuza Lisboa e XXL).

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