Restaurantes

Os portuenses já voltaram às esplanadas — mas com muitas cautelas

De Cedofeita aos Aliados, sem esquecer a rua de Santa Catarina, fomos ver como está a correr o desconfinamento.
Fotografias: Tânia Teixeira

Com o início do segundo confinamento a 15 de janeiro, as esplanadas deixaram de receber clientes e ficaram recolhidas, com guarda-sóis fechados e mesas e cadeiras empilhadas. Durante mais de dois meses.

O regresso permitido pelo Governo, embora de que forma ainda reduzida e com todos os cuidados, fez-se esta segunda-feira, 5 de abril. Para perceber como é que os portuenses encararam esta nova fase do desconfinamento, a NiT foi percorrer algumas das mais movimentadas ruas da cidade durante a hora de almoço.

Começando pela zona da rua de Cedofeita, Praça Carlos Alberto e rua das Oliveiras, o movimento era ainda tímido. Esplanadas como a do Aduela, a do Moustache ou a do Embaixada do Porto estavam ainda com ocupação reduzida. Duas ou três mesas ocupadas e sobretudo com apenas uma ou duas pessoas em cada.

Na zona da Fonte dos Leões, o movimento era um pouco maior, com a esplanada do Nonna Piazza quase cheia e com mesas ocupadas por três ou quatro pessoas, sobretudo. Neste caso, poderia até dizer-se que se a lei permitisse maior número de mesas e mais do que quatro clientes em cada uma, talvez até estivessem mais cheias.

Algumas zonas tinham menos pessoas

Descendo a rua, tanto na zona do Jardim da Cordoaria como dos Clérigos o cenário muda um pouco. As esplanadas estendem-se pela frente de restaurantes e cafés, mas nem aquelas com apenas duas ou três mesas atraíram clientes.

Para perceber que os portuenses não quiseram desaproveitar o dia de sol, as temperaturas amenas e a liberdade de ir à esplanada foi preciso ir até à Praça da Liberdade, ao fundo da Avenida dos Aliados. Aí, o local mais concorrido era, sem dúvida, o McDonald’s. Mesmo que de fora não seja possível apreciar tão bem a traça antiga do famoso Imperial, as mesas estavam praticamente lotadas.

Na rua de Santa Catarina, as esplanadas dos cafés e snack bar estavam a meio-gás, também não ultrapassando as duas ou três pessoas em cada mesa. Mais acima, a esplanada da famosa Casa Guedes, conhecida pela sua sandes de pernil, estava quase cheia, sempre com duas ou três pessoas por mesa.

Apesar do regresso ainda tímido em algumas zonas durante o almoço, ao final da tarde notava-se um pouco mais de movimento e alguns grupos um pouco maiores.

Para ver como começou este desconfinamento das esplanadas na Baixa do Porto, carregue na galeria.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT