Restaurantes

Pizzas e massas para comer e levar: é assim a vida no Forest, o novo italiano de Belém

O restaurante abriu no início do março e aposta na cozinha italiana descomplicada e leve.
As pizzas são feitas em forno a lenha.

Viviane Rocha começou por querer ser médica. Depois mudou para o curso de Direito e percebeu que estava apenas à procura de algo “mais seguro”. Após uma desilusão amorosa decidiu ir “ver o mundo”, saiu do Paraná, no Brasil, para vir para Portugal. Quando chegou arranjou emprego num bar e ficou apaixonada pela área. Foi evoluindo e agora gere uma grupo com vários restaurantes. O mais recente chama-se Forest e abriu a 3 de março, na Doca do Bom Sucesso, em Belém.

A brasileira de 48 anos tem um percurso na área marcado pela resiliência e apostas de sucesso. Começou num café e aos poucos foi evoluindo e crescendo na empresa até que dada altura percebeu que era capaz de gerir um negócio. “No início dos anos 2000 o sushi começava a dar os primeiros passos em Portugal. Como era uma coisa que eu já estava habituada a comer com o meu pai, percebi que talvez pudesse apostar nesse ramo. Encontrei o espaço que queria e já com três filhos e apenas 30 anos abri o Confraria”, começa por contar à NiT.

O restaurante foi um sucesso e depois seguiu-se o irmão gémeo, o Confraria, mas em Lisboa; e depois no Mercado da Ribeira. Mais tarde veio o convite para abrir um bar de sushi no Vela Latina. Depois nasceu o Nikkei no mesmo espaço e meses mais tarde a Charcutaria. Agora, ao mesmo lado, vive o Forest, o novo conceito do grupo Confraria, liderado por Viviane.

As árvores centenárias que rodeiam o edifício, assim como o jardim Torre de Belém para onde o restaurante tem vista, ajudaram na hora de escolher o nome. “Parece que estamos efetivamente numa floresta”, adianta Viviane Rocha.

O conceito foi pensado sobretudo para turistas. Funciona durante todo o dia com pequenos-almoços, almoços, lanches e jantares. Incluíram uma cafetaria que dá apoio ao restaurante nas horas em que a maioria dos clientes procuram algo leve para levar e comer pelo caminho.

Empresária com uma visão muito própria dos negócios, Viviane Rocha sabia que tinha de escolher uma cozinha que funcionasse neste tipo de conceito e a italiana pareceu-lhe a mais indicada. “Há saladas, sopas, mas depois também há pizza e massas.”

O menu foi pensado por um chef italiano e a proprietária aconselha os clientes provarem a sopa de tomate (4,50€), servida com fatias de pão cozido em forno a lenha. Para quem preferir uma salada mais leve, a de camarão e laranja (14€) pode ser uma opção.

Contudo, as estrelas da carta são as pizzas, destacando-se a Forest com pistácio e mortadela de Bologna (16€). Para quem não recusa clássicos pode sempre optar pela Margherita, Marinara, Diavola, Quatro Queijos, todas feitas em forno a lenha. Já nos pratos, a brasileira admite que o Bife à Parmegiana (18€) com molho de tomate, é outro dos favoritos dos clientes.

Nas massas também não fugiram muito ao tradicional e adicionaram à lista a carbonara, lasanha e a bolonhesa. Mas há outras mais irreverentes como a esparguete com camarão à Bulhão Pato (14€). Como sobremesa há tiramisú ou panacotta (5,50€), seguindo a linha de tradição italiana. Mas, o grande destaque vai para o crème brulée feito na hora.

Carregue na galeria para descobrir o mais recente restaurante lisboeta, na zona de Belém.

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FICHA TÉCNICA

  • MORADA
    Av. Brasília
    1400-038 Lisboa
  • HORÁRIO
  • Segunda a domingo das 8h às 00h
PREÇO MÉDIO
Entre 10€ e 20€
TIPO DE COMIDA
Italiana

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