Restaurantes

Sexy Sea: o novo restaurante que serve um peixe metade grelhado e metade em sushi

À entrada, tem logo uma montra para escolher a refeição — como se fosse um mercado. Depois, cada cliente decide como ele é servido.
O restaurante tem capacidade para 60 pessoas.

Perto da Avenida da Liberdade, em Lisboa, deu à costa um restaurante onde os peixes são o grande destaque. Percebe-se logo pelo nome do projeto — Sexy Sea — e depois por uma montra que está montada à entrada e que parece saída de um qualquer mercado. Mais uns passos em frente, é impossível não olhar para o Óscar, um peixe gigante pendurado no teto criado pelo artista algarvio João Jesus.

“A maior inspiração para o projeto foi o mar. O nosso objetivo sempre foi ter um ambiente diferenciador das típicas marisqueiras e restaurantes tradicionais de peixe grelhado, e por isso escolhemos o nome Sexy Sea que nos traz uma visão mais sedutora ao mar”, explicam os responsáveis à NiT.

O chef Abel Moura e Cunha, 33 anos, é um dos sócios do restaurante. Está há dez anos ligado à área, sempre em conceitos de sushi e marisco. Alexandre Pires, 50 anos, é outro dos impulsionadores do espaço. Butchers, Talho Central e O Fondue são alguns dos restaurantes pelos quais é responsável. Este, perto da Avenida da Liberdade, é o primeiro dedicado o peixe. Existe um terceiro sócio a trabalhar com Abel e Alexandre.

A paixão pela restauração juntou-os no Sexy Sea e foi consolidada numa viagem gastronómica que fizeram a Madrid, em Espanha. “É uma mistura entre o tradicional e a cozinha de autor. O nosso principal objetivo é conseguir proporcionar aos nossos clientes tanto o sabor do peixe fresco grelhado ou em sushi e sashimi, como combinações de sabores e formas de cozinhar mais irreverentes e algumas até improváveis”.

O restaurante abriu a 6 de janeiro e até ao final do mês vai estar num fase de soft opening. Na tal montra de peixes, à entrada, grande parte dos clientes acaba por escolher o que quer para a refeição. Outros optam pela opção mais tradicional: escolher a partir da carta.

O menu é composto por robalos, douradas, pregados, salmonetes, imperadores ou linguados. É possível escolher o peixe grelhado ou optar por uma parte em sushi, para o provar de forma diferente.

Ainda assim, a carta não se esgota nestas opções. Tem a massa fria com peixe, malagueta, lima, manga, soja, wasabi e um sorbet de yuzo (16€); a cevada de carabineiro (30€); os canelones de atum, com massa frita, um fresco e picles de cebola (10€) ou o arroz de bivalves (17€).

Outras opções descontraídas, que até pode comer com a mão, são o prego de espadarte servido em bolo do caco (13€) ou o bao de caranguejo de casca mole (14€). Na parte da carta dedicada ao sushi encontra os gunkans (no mínimo 9€) ou até combinados com várias peças (50€).

Abel Moura e Cunha partilha a cozinha com o subchef Tiago Constantino. Criar um projeto nesta altura de pandemia não é fácil, mas todos os problemas acabaram por ser superados. “Foi um desafio com bastantes contratempos e dificuldades inesperadas, mas que agora acreditamos que serviram para consolidarmos ainda mais o nosso objetivo principal.”

Além da obra do peixe à entrada, o ambiente do Sexy Sea foi pensado pela decoradora Elizabete Rodrigues. O restaurante tem capacidade para 60 clientes no interior. Alguns deles podem ficar no balcão, para assistirem à preparação do sushi. Existem mais 15 lugares na esplanada, um mezzanine e uma sala privada para grupos.

“O objetivo principal por enquanto é consolidar o projeto e conseguir ser uma referência de peixe e marisco. Futuramente levar o projeto a outras capitais portuguesas.”

Carregue na galeria para conhecer melhor o novo Sexy Sea.

FICHA TÉCNICA

  • MORADA
    Rua Rodrigues Sampaio, 29, Lisboa
    1150-278 Lisboa
  • HORÁRIO
  • Das: 12:00
  • Às: 15:00
  • Das: 19:00
  • Às: 00:00
PREÇO MÉDIO
Entre 10€ e 20€
TIPO DE COMIDA
Portuguesa, Sushi

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