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Vítor Sobral: “Uma criança de 4 anos fechada em casa precisa de espaço”

O chef divide o tempo entre o trabalho e a família. Tem aproveitado para ver algumas séries e fazer caminhadas de uma hora.
O chef tem visto algumas séries na Netflix.

“Um Diário do Ano da Peste”. Só pelo título se percebe que este não é um bom livro para recomendar a leitura durante o confinamento. O chef Vítor Sobral prefere sugerir uma obras de José Rodrigues dos Santos. Tem aproveitado esta quarentena, enquanto não está a trabalhar, para ver umas séries e fazer caminhadas de uma hora.

No inquérito da NiT sobre o confinamento, perguntámos ao chef do que tem mais saudades de fazer. Sente falta dos passeios em Monsanto e por vezes faltam-se ideias para entreter o filho de 4 anos. “A grande discussão é como entreter o Manuel Sobral.”

Com quem é que está a passar o confinamento?
Com a minha equipa e com a minha família.

Qual é a série de televisão que está a ver neste momento?
“Boru” e “The Crown”, na Netflix. Na televisão assisto notícias

Recomende-nos um livro que nunca devemos ler durante a pandemia.
“Um Diário do Ano da Peste”, de Daniel Defoe para evitar, e um recomendado para contrastar as adversidades “A Amante do Governador”, de José Rodrigues dos Santos

Aproveitou este período para ver algum filme clássico?
Não, apenas algumas séries na Netflix.

Qual é a peça de roupa que mais repetiu durante estes dias?
Os meus casacos para o frio.

Conte-nos o motivo da sua maior discussão familiar nesta fase?
Demasiado tempo fechado com uma criança de 4 anos, que precisa de espaço. A grande discussão é como entreter o Manuel Sobral.

Depois deste confinamento, qual é a comida que nunca mais vai querer ver à frente?
Como cozinheiro que cozinha em casa, regularmente com e sem pandemia não há nada que se vá modificar depois da pandemia. Tenho o cuidado de diariamente cozinhar para a família produtos que sei que são do seu agrado.

Tem feito algum tipo de exercício físico?
Sim, caminhadas de uma hora um dia sim, um dia não. 

Qual é o local da cidade de que tem mais saudades?
Andar livremente dentro da mata em Monsanto.

Conte-nos aquele momento em que o tédio o levou a fazer o impensável.
Felizmente, tédio não tem tido espaço nesta pandemia. Todos os dias trabalho e tenho de continuar a dividir o meu tempo de trabalho com o tempo de família.

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