Há anos que, quando falamos sobre cuidados de pele, nos focamos nos sinais visíveis do envelhecimento: rugas, flacidez ou perda de firmeza. No entanto, hoje em dia, os especialistas e consumidores concentram-se num conceito muito mais abrangente: a qualidade da pele.
“Quando falamos em qualidade de pele, é comum associarmos imediatamente o conceito a uma pele lisa, viçosa e sem rugas. No entanto, a qualidade cutânea vai muito além disso. Uma pele bonita é, acima de tudo, uma pele saudável, cuidada e equilibrada”, explica Joana Parente, médica de medicina estética.
Segundo a médica, a qualidade da pele resulta de um conjunto de características fundamentais, como a luminosidade, a textura, a hidratação, a firmeza e a uniformidade do tom. Por isso, é possível ter algumas rugas e ter uma excelente qualidade de pele. Assim como uma pele jovem pode demonstrar sinais de desequilíbrio cutâneo.
“Com o passar dos anos, estas mudanças acabam por se traduzir em sinais visíveis, como a pele mais baça, redução da firmeza e o aparecimento de rugas. Atuar ao nível celular é fundamental para preservar uma pele com aspeto saudável”, acrescenta.
Os primeiros sinais de perda de qualidade nem sempre são fáceis de identificar. Podemos simplesmente sentir a pele “mais cansada”, ou seja, ter uma pele baça, com textura irregular, poros mais visíveis, manchas, linhas finas e perda de elasticidade.
Estas alterações na pele começam muito antes de as podermos ver. “O envelhecimento cutâneo inicia-se ao nível celular, onde ocorrem alterações responsáveis pela diminuição da produção de colagénio, pela perda de elasticidade e pela redução da capacidade de reparação e regeneração da pele”, segundo Joana Parente.
Uma rotina que inclua boa higiene do sono, uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico, uma hidratação adequada e cuidados cosméticos adequados continua a ser fundamental para manter uma pele saudável. A médica recomenda a utilização de fórmulas capazes de reforçar a proteção antioxidante, melhorar a luminosidade e apoiar os mecanismos naturais de regeneração da pele. É precisamente neste contexto que surge o NCEF-Revitalize Sérum, um dos bestsellers da Filorga.
Inspirado na experiência histórica da marca na Medicina Estética, o sérum incorpora 10 por cento do NCEF (New Cellular Encapsulated Factors), um complexo patenteado e exclusivo da Filorga, que reúne ingredientes essenciais para o funcionamento celular, incluindo vitaminas, aminoácidos, minerais e ácido hialurónico.
A história desta tecnologia reflete anos de pesquisa dos Laboratórios Filorga, o primeiro laboratório francês de medicina estética, fundado em 1978. A partir desse conhecimento científico nasceu o NCEF, concebido para disponibilizar, através de uma rotina diária de cuidados, ingredientes inspirados nos protocolos de revitalização da pele.
“Os cuidados tópicos e os procedimentos médico-estéticos não devem ser vistos como alternativas diretas, mas sim como abordagens complementares. Um produto cosmético não substitui os resultados obtidos com determinados procedimentos injetáveis, porém pode desempenhar um papel importante na melhoria da qualidade da pele e na prevenção dos sinais de envelhecimento”, refere Joana Parente.
A médica acrescenta que os estudos realizados com a tecnologia NCEF demonstram benefícios ao nível da luminosidade e da firmeza da pele, duas das preocupações mais frequentemente observadas em consulta.
Por esse motivo, esta rotina pode ser uma opção para quem procura melhorar a qualidade da pele, prevenir os primeiros sinais de envelhecimento ou recuperar o brilho, a firmeza, uniformidade da tez e uma melhoria global do aspeto da pele, através de cuidados diários consistentes.
O sérum está à venda em farmácias e parafarmácias com um PVPR de 99,90€. Para uma rotina diária eficaz, pode ser aplicado de manhã e à noite.










