Em novembro do ano passado, a revista “People” revelou que Jonathan Bailey era o “Homem Mais Sexy Vivo”. A 20 de abril, a publicação focou-se nas estrelas femininas e garantiu: Anne Hathaway é mesmo “A Mulher Mais Bonita do Mundo”.
Conhecida por papéis icónicos em filmes como “Os Miseráveis” (que lhe rendeu o Óscar de Melhor Atriz Secundária em 2013), “O Diário da Princesa” e “O Cavaleiro das Trevas Renasce”, a atriz de 43 anos mantém-se em destaque após mais de duas décadas de carreira.
A verdade é que 2026 promete ser um dos anos mais atribulados deste percurso. Afinal, tem cinco projetos em desenvolvimento. Entre eles está a continuação de “O Diabo Veste Prada”, em que volta a contracenar com Meryl Streep. Em Portugal, a obra estreia nos cinemas já esta quinta-feira, 30 de abril.
“Miranda enfrenta o declínio da imprensa tradicional e a necessidade de garantir investimentos publicitários. Neste novo cenário, Miranda terá de confrontar Emily Charlton, a sua antiga assistente, que se tornou uma executiva influente num grande conglomerado de produtos de luxo, o tipo de anunciante que Miranda precisa para salvar a revista”, lê-se na sinopse. Emily Blunt e Stanley Tucci também regressam aos seus papéis.
Em conversa com a revista “People”, a norte-americana falou sobre a sua história em Hollywood, admitindo que vivia constantemente sob stress. Há três anos, tudo mudou. “Quando comecei, achava que seria uma melhor artista se fosse muito dura comigo própria”, diz. “Mas, ao fazer 40 anos, acabei por encontrar um ritmo diferente e deixei de estar interessada em viver uma vida desconfortável. Passei simplesmente a querer chegar à parte divertida”, admite.
A atriz, que cresceu em Nova Jérsia, atribui grande parte do seu mérito a Adam Shulman, com quem é casada há 13 anos, e aos dois filhos: Jonathan, de 10 anos, e Jack, de seis. Confessa que são eles que a mantêm com “os pés assentes na terra”, mas sabe que “ainda existe uma corrida constante apesar de todo o sucesso”.
“Estamos sempre à beira do precipício. Caímos e depois simplesmente voltamos a subir”, diz. “Mas eu adoro isso. Adoro o risco. Acho que o máximo a que posso aspirar é, se tiver sorte suficiente para continuar a trabalhar, um dia olhar para trás e pensar: ‘Consegui.’”









