Beleza

Este creme português promete reparar as peles extremamente secas e desidratadas

A nova aposta da D'AVEIA contém compostos como ácido hialurónico biotecnológico e aveia coloidal.
Custa 25€.

Souple Intensive Reparador é o nome do mais recente lançamento da marca portuguesa D’AVEIA. Chegou às farmácias na passada terça-feira, 23 de fevereiro e promete aumentar a hidratação da pele em 52 por cento nos 30 minutos seguintes à sua aplicação.

É indicado para a pele desidratada que tenha passado, por exemplo, por tratamentos agressivos contra o acne ou antirrugas, agredida por agentes de limpeza fortes ou por situações climáticas extremas, mas também como coadjuvante da terapêutica dermatológica na xerose e na ictiose, segundo os responsáveis.

Este novo produto da D’AVEIA passou por testes dermatológicos que comprovaram zero por cento de reação alérgica, ao mesmo tempo que promove uma hidratação duradoura e prolongada durante oito horas, restaura a epiderme e fixa água na superfície da pele.

D'AVEIA
A embalagem da nova aposta da D’AVEIA.

A fórmula, explica ainda a marca, tem compostos como o ácido hialurónico biotecnológico, que cria uma película invisível e permeável na superfície da pele, fixando assim a água. Também tem um sistema polimérico gelificado que permite que a hidratação seja prolongada no tempo e aveia coloidal, que promove a ação hidratante e anti-irritante. Por fim, destacam-se ainda os post-bióticos, que protegem as células contra a desidratação.

As embalagens do Souple Intensive Reparador contêm 40 mililitros e têm um preço recomendado de 25€. Podem ser encontradas em farmácias e parafamácias de norte a sul do País, mas também estão à venda a partir da loja online da marca portuguesa.

A D’AVEIA foi fundada há mais de 20 anos por Cristina Varandas, num “momento de tudo ou nada”, como descreveu a farmacêutica à NiT em outubro do ano passado. O foco inicial era produzir cosméticos dermatológicos, mas a marca foi-se expandindo para outras áreas, como a pediatria e a ginecologia. Hoje, emprega 27 trabalhadores, sendo mais de 65 por cento mulheres. Para saber mais, leia o artigo da NiT que conta a história da primeira marca portuguesa de dermocosmética.

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