Decoração

IKEA vai deixar de vender pilhas não recarregáveis até ao fim do próximo ano

A cadeia de decoração sueca quer motivar os seus clientes a trocarem-nas pelas alternativas recarregáveis, mais amigas do ambiente.
Foi anunciado esta semana.

É mais uma decisão da cadeia de decoração sueca para seguir o compromisso que estabeleceu com a sustentabilidade. Esta quarta-feira, 30 de setembro, a IKEA anunciou que vai deixar de vender pilhas alcalinas não recarregáveis até outubro de 2021.

Esta iniciativa parte de uma vontade de “inspirar e possibilitar que as pessoas vivam uma vida mais saudável e sustentável em casa”, segundo os responsáveis. Em média, cada pilha demora entre 500 a mil anos a decompor-se se não for encaminhada para a reciclagem.

Com a consciência dessa “realidade preocupante”, a empresa quer inspirar os consumidores que usam pilhas frequentemente a trocá-las por opções recarregáveis. A longo prazo, esta alternativa permite que poupem dinheiro e reduzam o desperdício em casa.

“A decisão de eliminar as pilhas alcalinas da gama da IKEA está em linha com a nossa missão de contribuir para um melhor futuro do planeta. Sabemos que há muitas pessoas que utilizam pilhas em vários aparelhos domésticos”, começa por dizer Ana Barbosa, responsável de sustentabilidade na empresa em Portugal. O objetivo, acrescenta, é motivar o uso de pilhas recarregáveis.

Em 2019, a IKEA vendeu cerca de 300 milhões de pilhas alcalinas em todo o mundo. Segundo os cálculos da marca, se todos os consumidores fizessem a troca poderiam reduzir cinco mil toneladas de resíduos todos os anos. A opção recarregável LADDA, por exemplo, que é vendida pela empresa, pode ser carregada até 500 vezes.

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Pilhas recarregáveis LADDA.

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