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Lojas e marcas

10 tesouros que ficaram por descobrir nos saldos da H&M

Quatro dias depois do arranque, ainda há calças, saias, vestidos e casacos giros por resgatar.
A luta dos saldos continua.

Último dia do ano, nem por isso o último dia para aproveitar e resgatar algumas das pechinchas que resistiram ao ataque inicial no início da época de saldos. A verdade é que mesmo que se tenha atrasado na corrida, ainda há descobertas por fazer. Ao quarto dia do frenesim dos saldos de final de ano, as lojas até podem estar vazias, mas no caso da H&M, ainda há muito para comprar na página oficial. 

A marca foi, de resto, a primeira fast fashion no País a anunciar o fecho de todas as suas 28 lojas por causa da pandemia, ainda em março. Presente em Portugal desde 2003, tem no Chiado a sua flagship store. É no centro da capital que aproveita os mais de 400 metros quadrados que, ainda assim, não são suficientes para guardar todas as peças — muitas delas são vendidas exclusivamente online.

A crise da pandemia teve um impacto devastador na multinacional que registou até 15 de dezembro uma quebra de 18 por cento nas vendas, provocada por um menor consumo e, claro, pelo encerramento temporário das lojas. Foi também este o pretexto da marca sueca para lançar o Singular Society, uma marca por subscrição que dá aos membros a possibilidade de comprarem peças básicas ao preço de produção.

Depois de lhe darmos vária sugestões da Mango, da Zara e da Uterqüe, chega a vez da marca sueca de fast fashion. Percorremos uma a uma as páginas do site para encontrar alguns dos tesouros que ficaram para trás — e que agora podem ser seus.

Carregue na fotogaleria para conhecer todas as nossas sugestões.

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