Lojas e marcas

Chanel vai abrir novas lojas onde os ricos não entram — só os ultra ricos

Os clientes mais abastados da insígnia francesa vão ter de competir com os grandes investidores pelos produtos de luxo.
As receitas da insígnia continuam a subir.

Ao longo do próximo ano, a Chanel vai continuar a apostar na abertura de novas lojas físicas. No entanto, estas boutiques privadas, espalhadas pelo mercado asiático, têm uma particularidade. Funcionam sob convite e são destinadas apenas aos ultra ricos, ou seja, a elite da elite.

Com esta nova estratégia, a casa de moda francesa visa impor uma maior exclusividade no acesso às suas criações, ao mesmo tempo que aproveita a crescente demanda pelos seus artigos, nomeadamente as carteiras. Proporcionando mais experiências únicas em torno da compra, surgem novas formas de capitalizar os objetos de luxo.

Consumado o plano, os clientes habituais e experientes da insígnia vão encontrar como adversários, na procura pelos modelos mais desejados, vários investidores com posses que intimidam até mesmo os mais ricos.

O preço da Classic Flap Bag, por exemplo, um dos modelos mais icónicos da marca, aumentou três vezes relativamente os valores de 2021. Isto corresponde a uma valorização de aproximadamente mil euros.

A verdade é que os números da Chanel continuam a quebrar recordes. Ao revelar as receitas de 2021, notou-se um aumento de cerca de 50 por cento relativamente a 2020. O valor total é de aproximadamente 15 mil milhões de euros.

A primeira loja a funcionar neste formato hiper exclusivo deve ser inaugurada em 2023.

Carregue na galeria e fique a conhecer uma seleção de sneakers de luxo que, de várias formas, deixaram a sua marca na indústria. Os valores podem chegar aos 1.700€. 

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