Lojas e marcas

Há um novo mercado online de roupa em segunda mão — e não cobra taxas

O Vinted nasceu em 2008, está presente em mais de uma dúzia de países e quer bater-se com o OLX.
Livre-se das tralhas

Como quase todos os negócios, a Vinted nasceu de uma necessidade comum que se transformou num verdadeiro sucesso. A criação da lituana Milda Mikute, imaginada depois de uma mudança de casa onde foi preciso despachar tralha em excesso, chega finalmente a Portugal, 13 anos depois do lançamento e uma expansão por 12 países europeus, Estados Unidos e Canadá.

A startup tornou-se no primeiro unicórnio do País — ou seja, as que recebem uma avaliação acima dos mil milhões de euros — e traz a vontade de ajudar os portugueses a, tal como Mikute, livrarem-se da sua tralha. A empresa deixa outra garantia: os vendedores e compradores não terão que pagar quaisquer taxas.

A plataforma tenta também abordar algumas das preocupações habituais nestas compras entre consumidores, desde logo com a possibilidade de optar por pagar um pequeno extra — cinco por cento do valor da compra e uma taxa de 70 cêntimos — que oferece uma camada adicional de proteção ao comprador.

Além das categorias de roupas para homem, mulher e criança, a Vinted reserva uma área para peças de decoração e livros.

“Estamos muito contentes por entrar no mercado português e de receber novas pessoas na nossa comunidade em constante crescimento. O mercado online está-se a tornar cada vez mais relevante e o mercado da segunda mão em Portugal tem um grande potencial”, explica o CEO Thomas Plantenga.

O registo na Vinted é gratuito e pode ser feito através do site oficial, mas também nas aplicações para Android e iOS.

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