Lojas e marcas

Hermès no Chiado já reabriu — está maior e mais sofisticada do que nunca

No espaço, estão obras de arte e um banco desenhado por Álvaro Siza Vieira. Esteve encerrada um mês.
Foto: Pablo Zamora

A Hermès do Chiado reabriu a 24 de fevereiro, após ter estado encerrada um mês. A loja da luxuosa insígnia francesa, inaugurada em 2001 num edifício do século XVIII, foi alvo de uma ampliação e renovação.

O pavimento que remete para a calçada portuguesa continua ser um dos elementos mais distintivos do espaço, que tem agora mais 20 metros quadrados, 155 no total. O ponto de venda da célebre maison na capital ganhou duas novas secções, uma dedicada à joalharia e outra aos itens personalizados Hermès Horizons (de tábuas de skate a esquis, passando pelas jukeboxes, tabuleiros de xadrez ou estofos de automóveis — tudo feito à medida).

Entre as novidades estão ainda algumas obras de arte, criteriosamente escolhidas por Pierre-Alexis Dumas, diretor artístico e membro da sexta geração da família fundadora. As peças são da autoria de artistas como Joël Person, Albert Adam e Hubert de Watrigant e seguem uma temática equestre.

A loja tornou-se também mais luminosa, uma vez que apenas cinco das oito janelas continuam a servir de montras. As outras foram abertas para deixar entrar mais luz natural. A área dedicada à pequena amostra da linha de casa, ao calçado, perfumaria, maquilhagem, malas, cintos e lenços de seda conta também um novo elemento: um banco desenhado por Álvaro Siza Vieira em 2022. 

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