Lojas e marcas

Loucura: russos fazem filas enormes à porta da H&M antes da retirada das lojas

O grupo sueco abriu os espaços temporariamente para esgotar o stock. Depois, vai mesmo abandonar o país de forma definitiva.
O objetivo da marca é esgotar o stock.

Após a invasão da Rússia ao território ucraniano, a lista de marcas que fecharam as portas no país não parou de crecer. Desde fevereiro, quando eclodiu o conflito, as lojas de fast fashion — como a H&M — foram um dos principais negócios a terminarem operações. Porém, o grupo sueco começou a abrir as lojas temporariamente em Moscovo.

A decisão causou entusiasmo entre os moradores. Ficou registado em vídeo o caos sentido junto às lojas da marca, com grandes filas, muito tempo de espera e alguma ansiedade para aproveitar a última oportunidade de fazer compras na retalhista.

Presente na Rússia desde 2009, a empresa decidiu interromper as suas vendas no país em março de 2022. Porém, de forma a vender o stock que restava, reabriram vários pontos de venda como forma de agilizar o processo de saída definitivo. Esgotada a maior parte do stock, voltam a abandonar o território.

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