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NŌRE: o projeto multimarca que só quer apostar em peças intemporais

Há calções, camisolas, macacões, conjuntos e casacos. As peças destacam-se pela "leveza e versatilidade".

Com peças de roupa intemporais, a NŌRE chegou ao mercado português em outubro do ano passado. No início deste mês, a marca que nasceu de um sonho antigo de Ana Filipa Pinto, apresentou novidades. 

Com formação e percurso profissional na área do marketing e comunicação, Ana Filipa, de 34 anos, decidiu transformar uma ligação antiga à moda, já que estudou na Escola de Moda do Porto entre 2007 e 2008, num projeto próprio. 

A NŌRE representa, assim, um regresso às origens. Durante anos, contudo, a marca esteve em segundo plano até encontrar o momento certo para ganhar forma. Em 2025, decidiu que era altura de arriscar. O nome da etiqueta tem um significado pessoal. Afinal, foi inspirado em Leonor, filha de Ana. 

Mais do que seguir tendências passageiras, o projeto aposta numa abordagem intemporal à moda feminina. O objetivo é vender peças que permitam liberdade de expressão através da roupa, sem ir ao encontro das modas sazonais. “Quero que as mulheres se possam sentir livres e vestir o que quiserem”, realça. 

 
 
 
 
 
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As coleções destacam-se pela “leveza e versatilidade”. “Temos peças muito fluídas e um pouco de tudo, mas a NŌRE funciona mais com conjuntos porque são mais versáteis”, refere.

Apesar de recorrer a fornecedores portugueses, com peças que vêm de fábricas espalhadas pelo mundo, Ana Filipa Pinto diz que, no futuro, pretende reinventar a marca. “Trabalho com revenda, mas o meu maior objetivo é desenhar peças próprias”, revela.

Para já, a presença da marca é apenas digital. As peças podem ser adquiridas através do Instagram, que funciona como uma montra. No entanto, já existem planos para uma expansão física. “No futuro quero estar num showroom. Quando isto avançar, vai ser em Valongo, no Porto [local onde a marca nasceu].”

A política de preços procura manter a acessibilidade como principal prioridade. Os valores começam nos 25€, para os macacões, enquanto os casacos são os mais caros, rondando os 45€.

Desde o lançamento, a receção do público tem superado as expectativas da fundadora. Após uma pausa nos meses de janeiro e fevereiro, a NŌRE regressou no início de março com novas propostas, que incluem alguns conjuntos de croché. “Só poderia estar feliz com todos os comentários. Estão a ser muito positivos”, confessa.

Carregue na galeria para conhecer algumas das propostas que pode encontrar na nova marca de roupa.

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