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Zara vai ter nova casa: edifício futurista na Corunha vai custar 238 milhões de euros

Novas instalações vão ter mais preocupações com a sustentabilidade e a eficiência energética. Construção vai demorar dois anos.
Obras vão demorar dois anos.

No dia do anúncio da nova liderança, as ações da Inditex caíram 6,1 por cento, retirando quase 5,6 mil milhões de euros ao valor de mercado da empresa, com os investidores preocupados, sobretudo, com a saída de Pablo Isla, que durante 10 anos conduziu os destinos da gigante da moda. No entanto, Marta Ortega iniciará as suas funções como presidente não-executiva da Inditex em abril, ao lado do novo CEO, já em funções, Óscar García Maceiras. E estão a ser postas em prática outras medidas para colocar o grupo espanhol de novo na ribalta.

De acordo com o comunicado da Inditex, o novo edifício com linhas arquitetónicas simples e espaços amplos “foi desenhado para reforçar as dinâmicas de trabalho horizontais entre designers, modelistas e profissionais de vendas, realçando a criatividade e articulação à volta da colaboração e comunicação abertas”.

Com sete pisos, dois dos quais subterrâneos para estacionamento, o novo edifício da Zara, com arquitetura de Batleiroig, situa-se perto das instalações do site.

“O edifício adapta-se continuamente às temperaturas interiores e exteriores e à qualidade do ar”, revela a Inditex. A sustentabilidade é igualmente reforçada no processo de construção, graças à utilização de materiais reciclados. Além disso, “juntamente com as suas fachadas e telhado altamente isolados, reduzem o consumo de energia e facilitam a autossuficiência energética, graças à energia produzida por três novas turbinas eólicas localizadas no porto exterior da Corunha”, acrescenta.

Inditex quer promover a saúde e bem-estar dos trabalhadores

A Inditex acelerou as metas de sustentabilidade, sendo que o presidente e CEO da empresa espanhola afirmou que o grupo não só cumpriu as metas propostas como antecipou o cumprimento de alguns objetivos. 

Cerca de 35 por cento das peças de vestuário têm agora a etiqueta Join Life, que distingue os produtos sustentáveis da retalhista e que compreende processos e matérias-primas mais amigas do ambiente, uma percentagem superior comparativamente à meta definida de 25 por cento. De igual modo, 80 por cento da energia utilizada na sua confeção proveio de fontes renováveis face à meta de 65 por cento. Já o uso de algodão mais sustentável também aumentou 91 por cento.

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