Moda

ASAE apreendeu 60 mil euros em artigos contrafeitos vendidos através do Facebook

A investigação, que teve lugar em Braga, recolheu peças de vestuário, calçado desportivo, marroquinaria e perfumes.
As peças eram vendidas como genuínas.

Com a ascensão do comércio eletrónico, as redes sociais — como o Facebook — tornaram-se locais de eleição para os utilizadores comprarem artigos de moda, muitas vezes, a preços mais simpáticos que os das lojas físicas. No entanto, o sucesso das vendas nestas plataformas também tem levado ao aumento dos casos de burla e contrafação.

Na passada quarta-feira, 30 de dezembro, a Autoridades de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu quase 4 mil artigos contrafeitos, numa operação que decorreu em Braga. Tratavam-se, essencialmente, de peças de vestuário, calçado desportivo, marroquinaria e perfumes que, somados, atingem um valor estimado superior a 60 mil euros. Durante a operação também foram apreendidos 2.400 euros em dinheiro.

“As buscas visaram um domicílio, um armazém e três viaturas. Foi também realizada uma pesquisa de dados informáticos no telemóvel do suspeito, alegadamente usado para a prática do crime em investigação”, refere o comunicado da ASAE.

Em causa, estava a utilização de uma página do Facebook como plataforma para vender os artigos contrafeitos, que tinham bastante procura. O elevado volume de vendas foi confirmado pelo facto da maioria dos artigos encontrados já indicarem o nome do comprador — ou seja, já tinham sido vendidos, mas ainda não tinham sido expedidos.

“A ASAE continuará a acompanhar o fenómeno da venda de contrafação online, promovendo a proteção da propriedade industrial e intelectual dos titulares das marcas lesadas e garantindo a proteção dos consumidores”, conclui a entidade. O suspeito do crime foi constituído arguido no âmbito da operação levada à cabo pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC).

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