Moda

Desfile da Victoria’s Secret regressa no outono — e todos querem Gisele de volta

Após um período conturbado, a marca de lingerie anunciou um dos espetáculos de moda mais aguardados do ano.
Gisele Bündchen fez sucesso nos desfiles.

Gisele Bündchen, Hailey Bieber, Sara Sampaio, Alessandra Ambrosio ou Adriana Lima tornaram a Victoria’s Secret numa das marcas mais populares do mundo. As invejáveis silhuetas tonificadas das Angels, como eram conhecidas, desfilavam com asas e ofuscavam os conjuntos de lingerie com detalhes pensados ao pormenor.

Volvidos seis anos sobre a última edição, a marca anunciou o regresso do espectáculo através do Instagram. O desfile marcado para o outono promete novidades e

“Lemos e ouvimos os vossos comentários”, começa por sublinhar a publicação. “O show refletirá quem somos hoje, mas também terá tudo aquilo que conhecem e amam: glamour, passarela, asas, entretenimento musical e muito mais!”, lê-se na legenda do vídeo de apresentação com a modelo Candice Swanepoel.

O anúncio não revela quem irá participar no desfile, mas os fãs ficaram loucos e pedem o regresso de Gisele Bündchen. A brasileira voltou a trabalhar com a marca em 2023, após um afastamento de 17 anos por vontade própria. Ainda não foram avançados nomes, mas tudo indica que vão surgir novas caras uma vez que a marca está a repensar a sua estratégia.

Em 2019, o desfile foi cancelado para travar o escalar da polémica que envolvia a marca. Na altura, a Victoria’s Secret (VS) estava ligada à empresa L Brands e atravessava uma crise de vendas, pressionada pelas críticas em torno da sua política de tamanhos. A empresa-mãe (L Brands) dividiu-se em duas marcas, mas dois anos depois as vendas de lingerie continuavam a cair.

A ligação do fundador da VS, Les Wexner, a Jeffrey Epstein — acusado de tráfico de pessoas e abuso sexual— gerou controvérsias e revolta em torno da hipersexualização das modelos.

O regresso do desfile está a motivar uma avalanche de comentários: uns querem ver as asas em Angels “como as dos anos 90”, outros afirmam que é a última oportunidade da marca para se tornar inclusiva.

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