Moda

El Corte Inglés não concorda com os critérios do plano de desconfinamento

Em causa estão as medidas que permitem aos hipermercados vender tudo e impedem os grandes armazéns de o fazer.
Os armazéns continuam fechados.

Ao fim da tarde desta segunda-feira, 5 de abril, o El Corte Inglés emitiu um comunicado de imprensa no qual reforça o seu empenho na implementação de regras e protocolos de combate à pandemia, ao mesmo tempo que luta para manter a sua atividade, compromissos com os fornecedores, investimentos e, sobretudo, postos de trabalho.

No entanto, numa altura em que o plano de desconfinamento permite às grandes superfícies como os hipermercados vender moda, decoração, têxteis, eletrodomésticos e alimentação, os grandes armazéns estão impedidos de fazer o mesmo. Segundo os responsáveis da empresa, “esta dualidade de critérios está a prejudicar o seu negócio e, consequentemente, os seus trabalhadores e os seus fornecedores, e põe em causa as regras de livre concorrência de mercado”. 

O El Corte Inglés reforça ainda que está a cumprir todas as regras, mas acrescenta que “gostaria de declarar, publicamente, o seu repúdio por esta regra que considera injusta e prejudicial e que põe em causa os rendimentos de mais de cinco mil famílias, entre colaboradores diretos e indiretos”.

O plano de desconfinamento foi apresentado por António Costa a 11 de março. O primeiro-ministro afirmou que pretendia um regresso progressivo à atividade económica e à normalidade possível. Segundo as regras, na segunda-feira, 5 de abril, puderam reabrir a 5 de abril, podem abrir as escolas do segundo e terceiro ciclo; as lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua;  as esplanadas de cafés, restaurantes e pastelarias, não podendo ter mais de quatro pessoas; museus e galerias de arte e ginásios sem aulas de grupo. Leia tudo no artigo da NiT.

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