Moda

Fluidez de género e mundo digital. As tendências da moda que tem de conhecer

A Klarna concluiu que conforto e personalidade são essenciais nas peças de roupa, mas há outras inovações a ter em conta.
A roupa como forma de arte vai expandir-se a outros formatos

As compras online não são uma novidade. Da roupa à mobília, já todos (ou quase) fizemos uma nova aquisição nos últimos meses sem sair do sofá. O facto de ser prático e acessível torna este método numa preferência de muitos, que hoje já contam com novos sistemas que simplificam ainda mais o processo.

Porém, no que diz respeito à roupa, as tendências mudam entre várias constantes. Por exemplo, a personalidade é aquilo que os consumidores querem transmitir com as suas escolhas de moda e a funcionalidade é a principal característica que procuram numa peça. Esta é uma das conclusões do estudo, realizado em julho de 2022, que a Klarna lança na semana em que celebra o primeiro aniversário em Portugal: 17 de novembro. E os resultados surpreenderam a marca.

“Consideramos curioso o facto de a personalidade ter aparecido como o principal objetivo de expressão através da moda para os consumidores de todos os países participantes. No entanto, quando olhamos especificamente para o universo de inquiridos portugueses, 42 por cento aponta a funcionalidade como sendo a característica mais procurada numa peça de roupa”, comenta Inês Marques, marketing manager da Klarna em Portugal.

Esta característica tem levado as marcas a apostarem no conforto e também nos tons neutros, com 70 por cento dos portugueses a preferirem o preto, branco e cinzento para o seu guarda-roupa.

O conforto, que é também uma forma de despreocupação, leva a uma das tendências crescentes: a compra de moda sem género. Uma camisola pode servir tanto a homem como mulher, mudando apenas o tamanho. O mesmo acontece com as sapatilhas. No geral, as mulheres acabam por aderir mais a este tipo de compra, em especial dentro da geração Z, entre a qual 40 por cento dos entrevistados pelo mesmo estudo revelaram que já adquiriram roupa fora da sua identidade de género. Algo que prova que os mais novos preocupam-se mais com o visual do que com o facto de esta estar numa secção binária.

Das passarelas virtuais à moda no metaverso

Se noutro tempo só se recebiam as novidades das semanas da moda internacionais no dia seguinte (ou vários dias depois) pelas revistas deste segmento, hoje é tudo imediato, graças às redes sociais. O Instagram é o meio que os portugueses que se interessam por moda mais utilizam para acompanhar ao minuto as novidades das passarelas, com 71 por cento a usar esta rede para seguir especialmente celebridades e influenciadores.

Mas a moda pode ir muito além das partilhas em redes sociais. Para uma boa parte dos consumidores dos países inquiridos, as fashion weeks podiam tornar-se virtuais e, assim, mais inclusivas. Algo que já aconteceu em março de 2022, com mais de 60 marcas de luxo a juntarem-se no Metaverso para divulgar novas peças de roupa neste formato irreverente. Se o espetáculo inédito tem ainda coisas para afinar, a verdade é que vai ao encontro das expetativas de um público cada vez mais digital — oito em cada dez portugueses que já estão inseridos no Metaverso e no mundo da moda gostariam de comprar artigos neste universo.

Mais prática é ainda outra experiência que junta o mundo físico ao digital: os provadores virtuais, onde não é necessário despir e vestir as peças para ver como nos assentam no corpo. Nos Estados Unidos ou Reino Unido, o interesse demonstrado nesta inovação é superior a 80 por cento segundo este estudo. Em Portugal, situa-se perto dos 60 por cento.

Aos poucos, o essencial é as marcas procurarem formas de simplificar o processo de compra e manterem-se próximas do público. Nos pagamentos, a Klarna permite fazê-lo em várias prestações sem juros, de forma rápida. Mas a marca trouxe para a app outras funcionalidades úteis para os fãs de compras, como poderem criar lista de desejos de produtos das marcas parceiras ou até receber alertas de queda de preço de uma determinada peça.

Este artigo foi escrito em parceria com a Klarna.

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