Uma figura enigmática chamou a atenção na passadeira vermelha da 62.ª edição dos Grammys, que decorreram na noite deste domingo, 1 de fevereiro, em Los Angeles, nos EUA. Tudo porque todos queriam saber quem era a pessoa por detrás da máscara preta brilhante com a qual surgiu.
Veio a saber-se, mais tarde, que se tratava do produtor e DJ francês Gesaffelstein, que trabalhou com Lady Gaga no disco “Mayhem”. No final da noite, o criativo saiu como vencedor na categoria de Melhor Gravação Remisturada Não-Clássica, com o seu remix de “Abracadabra”.

Apesar do acessório, optou por um smoking tradicional com um laço preto. Conhecido como “O Príncipe das Trevas” do techno moderno, o artista, cujo nome verdadeiro é Mike Lévy, colocou todo o destaque na cabeça, em contraste com um vestuário mais contido.
Há vários anos que o francês usa estas máscaras metálicas nas suas aparições em público ou em digressões. Geralmente, trabalha em parceria com o estúdio Ironhead, também responsável pelos capacetes do grupo Daft Punk e de figurinos para heróis do cinema como o Homem-Aranha ou o Batman.
Para completar a ilusão, usou ainda luvas que combinavam com o brilho da máscara. Nem um centímetro de pele ficou visível, criando a ilusão de que estávamos perante uma escultura ou um robô. Uma criatura futurística, no fundo.
Leia o artigo da NiT com os grandes vencedores da noite.
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