Moda

O melhor (e o pior) look da passadeira vermelha do Festival de Cinema de Veneza

O evento que celebra a sétima arte arrancou a 1 de setembro. Tem sido um desfile de visuais irreverentes, alguns pouco felizes.
Tessa Thompson tem aparecido todos os dias.

Todos os anos, o Festival de Cinema de Veneza reúne nomes consagrados no mundo da sétima arte. Nesta 79.ª edição, todos os caminhos foram dar à icónica cidade italiana para celebrar, mais uma vez, a mais antiga mostra de cinema do mundo. O evento arrancou no dia 1 de setembro e, até ao próximo dia 10, todos os olhares vão estar nos filmes em exibição, mas também na passadeira vermelha onde as estrelas desfilam.

Ao terceiro dia, já foram vários os nomes a aparecer com visuais surpreendentes, como Timothée Chalamet, por exemplo. Alguns deles impressionam pelas escolhas notáveis, enquanto outros se destacaram pela negativa. Curiosamente, o preto foi a cor de eleição de muitos presentes, contrariando a tendência da última estação onde predominaram as propostas coloridas e vibrantes.

Ainda assim, o melhor visual até ao momento foi uma explosão de cor causada por Jodie Turner-Smith na red carpet. A atriz chegou à estreia do filme “Bardo” com um vestido do designer Christopher John Rogers, uma das propostas da apresentação pré-outono do criador. Trata-se de uma peça statement com a qual poucas celebridades se conseguiriam destacar — e Jodie deslumbrou.

À esquerda, o melhor look. À direita, o visual menos eficaz.

O coordenado ajustado ao corpo chegava até ao chão, terminando numa cauda no estilo sereia. A estampa abstrata é composta por várias manchas de cor, com tons de vermelho, laranja, amarelo, rosa, cinza e azul. Uma autêntica catarse visual na passadeira vermelha. Ao pescoço, a estrela de “The Last Ship” ainda tinha uma gargantilha de ouro, diamante e esmeraldas e brincos circulares a combinar.

Por outro lado, Tessa Thompson não foi tão bem-sucedida ao escolher uma peça dos arquivos da Armani Privé. Apesar do estilo escultural da silhueta, a parte superior é incompatível com a saia do conjunto. A assimetria vanguardista, que muitas vezes resulta, é arriscada e a harmonia é muito difícil de conseguir.

O vestido sem alças apresentava três folhos esculpidos em camadas e com um efeito curvado. Na parte de baixo, a saia lápis preta e cintilante reduziu o potencial da parte de cima, ao tornar a silhueta mais antiquada. Originalmente visto na coleção de alta costura da estação quente de 2009, o coordenado não favoreceu a silhueta da atriz.

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