Moda

“Viva o couro vegan”: manifestantes da PETA invadem desfile de Victoria Beckham

Embora já tenha abolido o uso de pelo e peles exóticas na sua marca, a cantora ainda utiliza este material de origem animal.
Mais um protesto mediático.

A noite de sexta-feira, 1 de março, estava a correr na perfeição para Victoria Beckham. A artista apresentava a coleção outono/inverno 2024 da sua marca homónima na Semana da Moda de Paris, quando o desfile foi interrompido por manifestas da PETA.

Os elementos da organização não governamental erguiam cartazes e usavam T-shirts onde se lia “animais não são tecido” e “viva o couro vegan”. Isto porque a etiqueta da cantora ainda utilizará este material, segundos os manifestantes. 

A ex-Spice Girl já aboliu o uso de pelo e peles exóticas na sua insígnia, mas isso não será o suficiente para a PETA, visto que “ainda usará uma grande quantidade de crueldade obtida através do couro, especificamente de bezerro”, lê-se no site da associação.

O momento foi partilhado pelo próprio órgão na sua conta do X (antigo Twitter). Na publicação também convidou Victoria Beckham, de 49 anos, a tornar-se a “campeã do couro vegan”, substituindo o uso de materiais vindo de animais por aqueles que são fabricados a partir de alimentos, como o couro de maçãs, uvas, cogumelos e ananases.

A PETA foi fundada nos Estados Unidos da América (mais especificamente na Virgínia) a 22 de março de 1980. Desde então que o seu lema tem sido o mesmo: “Animais não são nossos para comer, vestir, usar em experiências ou para o entretenimento”. Segundo o site da organização não governamental do ambiente, já conta com mais de dois milhões de membros que se dedicam aos direitos animais.

 

 

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