Música

Crítica: Arcade Fire foram enormes no último dia do NOS Alive

O grupo de Win Butler e Régine Chassagne apresentou no Passeio Marítimo de Algés um verdadeiro best-of da carreira.
Foto de Arlindo Camacho - NOS Alive

Os Arcade Fire foram os cabeças de cartaz do último dia do NOS Alive e apresentaram ao vivo um verdadeiro best-of da carreira. Tal como aconteceu comRadioheadna sexta-feira, o grupo canadiano vai fazer muito poucos concertos este ano na Europa – o deste sábado no Passeio Marítimo de Algés é um de apenas dois – e milhares de portugueses e estrangeiros vieram de propósito para ver estes ídolos mundiais do indie rock, que não lançam um álbum desde 2013.

Cordiais e bem-dispostos – “Obrigado, obrigado”, foi dizendo o vocalista Win Butler, em português, ao longo da noite –, os Arcade Fire apresentaram um alinhamento que passou pelos maiores êxitos dos seus quatro discos de estúdio.

“The Suburbs”, “Reflektor”, “Wake Up”, “Rebellion” ou “My Body Is a Cage” foram alguns desses temas tocados. Pelo meio, houve espaço para uma mini-versão acústica de “God Save The Queen”, baseada na versão dos Sex Pistols, e para uma “Here Comes The Night Time”, que ficou marcada por uma enorme chuva de confetis vindos do palco.

A banda canadiana foi recebida de forma calorosa pelo público, que reagiu com carinho ao alinhamento escolhido e não se conteve em dançar e cantar. “Como se não houvesse amanhã”, tinha pedido o vocalista.

A décima edição do NOS Alive terminou com uns enormes Arcade Fire que deverão ter um novo disco em 2017. Também para o ano, o festival da Everything is New regressa ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 6, 7 e 8 de julho.

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