Em pouco mais de dez dias, “F1” já gerou cerca de 270 milhões de euros nas bilheteiras mundiais. Tornou-se, assim, o filme mais lucrativo de sempre para a Apple, ultrapassando “Assassinos Da Lua Das Flores” (145 milhões) e “Napoleão” (203 milhões).
Embora seja um marco notável, não é particularmente difícil de alcançar. Até agora, a empresa apenas lançou cinco filmes nos cinemas, dos quais dois — “Fly Me to the Moon” (39 milhões) e “Argylle” (88 milhões) — foram verdadeiros fracassos comerciais.
O elenco de luxo do filme, realizado por Joseph Kosinski, é liderado por Brad Pitt. O ator interpreta Sonny Hayes que, nos anos 90, foi o piloto mais promissor da modalidade até ter um acidente que quase lhe pôs fim à carreira. 30 anos mais tarde, é abordado pelo antigo colega de equipa Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipa em dificuldades.
Ruben convence Sonny a regressar à Fórmula 1, onde vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o promissor novato da equipa que quer impor o seu próprio ritmo.
Como o filme foi gravado com câmaras IMAX imersivas, estas salas tornaram-se muito procuradas entre o público que quer ter a experiência de estar ao volante de um carro a alta velocidade. Até agora, o IMAX arrecadou cerca de 55,2 milhões de euros a nível global, ou seja, 20,4 por cento da receita total.
Leia o artigo da NiT para conhecer a preparação de Brad Pitt (e não só) para o papel.
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