Cinema

Kevin Bacon vai mudar de nome para Kevin Bean, em defesa dos animais

O ator anunciou a decisão, com um fato de feijão, depois de se ter juntado à organização Human World for Animals.

De Bacon para Bean (feijão). É assim o novo nome temporário do ator Kevin Bacon. O motivo? A estrela de “Footloose” juntou-se à organização Humane World for Animals para o Dia do Feijão, com uma nova campanha que incentiva as pessoas a trocarem carne por feijão, toda as quartas-feiras.

“Ao longo dos anos, desenvolvi uma profunda ligação com os animais. Passa-se a conhecê-los como indivíduos, e isso faz-nos refletir profundamente sobre as escolhas alimentares que se fazem”, disse o ator de 67 anos, citado pela revista “People”.

No novo anúncio, o norte-americano está vestido com um fato feito inteiramente de feijão. “Vocês conhecem-me como Kevin Bacon, mas às quartas-feiras sou o Kevin Bean, porque quarta-feira é o Dia do Feijão, o dia em que trocamos a carne pelo feijão”, diz no vídeo.

A iniciativa pretende incentivar outras pessoas a aderir a rotinas simples que podem ter um impacto positivo nos animais, no ambiente e na saúde pessoal. “Uma simples mudança na sua alimentação todas as quartas-feiras faz a diferença para os animais. E se me tornar o Kevin Bean por um tempinho ajudar a envolver as pessoas, eu topo”, acrescentou o ator.

Kitty Block, presidente e CEO da Humane World for Animals, afirmou que a campanha pretende tornar a defesa dos animais acessível a um público mais vasto — daí terem escolhido Kevin Bacon, como rosto da organização.

“Ações simples — como o que colocamos no prato — fazem muita diferença para ajudar os animais”, sublinhou Block. “O Dia do Feijão reflete a nossa missão de combater as causas profundas do sofrimento animal, facilitando a qualquer pessoa a cada semana um passo significativo em prol dos animais”.

A paixão de Kevin Bacon por animais já é antiga. Em 2023, chegou a ajudar uma família a encontrar um porco perdido. O animal, batizado de Bacon em homenagem ao ator, tornou-se viral nas redes sociais. Leia o artigo da PiT para recordar a história insólita.

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