Cinema

“O Homem que Mordeu o Cão” de Nuno Markl vai virar filme — e até já tem argumento

Ainda não tem data de estreia. O humorista espera que seja uma "espécie de celebração eufórica do ato de contar histórias".
Vão ser retratadas sete histórias.

“O Homem que Mordeu o Cão” de Nuno Markl vai virar filme. Ainda não se sabe quando vai estrear, mas o argumento já está escrito. O anúncio foi feito pelo humorista e locutor de rádio na quinta-feira, dia 8 de fevereiro, nas redes sociais.

A rubrica nasceu em outubro de 1997 na Rádio Comercial, com os comentários de Nuno Markl e Pedro Ribeiro. O sucesso foi tal que já originou cinco livros, um programa de televisão e vários espetáculos. Chegou ao fim em 2004, depois da saída dos locutores da rádio, mas regressou à antena da Comercial em 2013. “O Homem que Mordeu o Cão” foi o nono podcast mais ouvido no Spotify em 2023.

“Sim, malta. Este argumento existe. Está escrito, tem 111 páginas, deu muito trabalho, mas creio que consegui resolver o problema de como transformar uma rubrica radiofónica de histórias bizarras num filme-antologia de histórias bizarras”, escreveu Markl nas redes sociais.

O filme irá retratar sete das histórias “mais cinematograficamente potentes” do programa composto por notícias verdadeiras, mas bizarras e com comentários humorísticos de Nuno Markl. É transmitido diariamente nas “Manhãs da Comercial”. A produção será “um puzzle, um pequeno universo onde várias personagens se cruzam e histórias baseadas em factos reais”, diz.

 

 
 
 
 
 
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Nuno Markl criou um “argumento em que a equipa das Manhãs da Comercial está na rádio a fazer uma edição, enquanto o humorista está a contar histórias”. Mas a meio da narrativa, o grupo entra na própria história, que está a ser interpretada por vários atores. Sem revelar muitos detalhes, o radialista revelou que já começou a preparar o filme: “Neste momento continua na estação, mas a locomotiva já começou a trabalhar, já há gente envolvida”, afirma.

“Se ficar perto daquilo que estou a sonhar que fique, é uma espécie de celebração eufórica do ato de contar histórias. Pode ficar também muito cómico, se o elenco que tenho na minha cabeça alinhar nisto”, acrescenta. 

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