Cinema

O Óscar está mesmo ali. Nolan vence prémio de Melhor Realizador nos DGA

Normalmente, quem vence nos Director Guild Awards acaba por ser consagrado nos prémios da Academia.
Soma e segue.

O Óscar de Melhor Realizador está quase garantido para Christopher Nolan. Neste sábado, 10 de fevereiro, decorreu a gala dos Director Guild Awards, que distinguiram o cineasta nesta mesma categoria (o que é, quase sempre, um presságio para a cerimónia da Academia), graças ao seu trabalho em “Oppenheimer”.

No passado, Nolan já tinha estado nomeado quatro vezes, com “Memento” (2002), “The Dark Knight” (2009), “Inception” (2011) e “Dunkirk” (2018). Esta foi a primeira vez que saiu vitorioso.

Os DGAs são muitas vezes usados como uma forma de vermos quem será o Melhor Realizador nos Óscares antes da gala decorrer. No passado, ambas as organizações apenas discordaram oito vezes nos vencedores (em 1968, 1972, 1985, 1995, 2000, 2002, 2012 e 2019).

“É uma honra tão grande ser nomeado em tão boa companhia”, disse Christopher Nolan no seu discurso após ter recibo a estatueta das mãos de Cillian Murphy. E acrescentou: “Nunca me senti tão apoiado numa tarefa tão desafiante”.

Christopher Nolan concorreu contra Martin Scorsese (“Assassinos da Lua das Flores”), Greta Gerwig (“Barbie”), Yorgos Lanthimos (“Pobres Criaturas”) e Alexander Payne (“Os Excluídos”).

Leia o artigo da NiT e descubra as regras rígidas de Christopher Nolan para criar alguns dos maiores sucessos do cinema.

 

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