Poucos filmes deixaram uma marca tão forte na cultura popular como “O Exorcista”. Lançado em 1973, chocou audiências pouco habituado a histórias tão gráficas e intensas no cinema de terror. Desde a música ao poster subtilmente inquietante, tudo neste clássico se tornou icónico.
Realizado por William Friedkin, o filme teve, contudo, duas sequelas pouco memoráveis. Em 2023, “O Exorcista: Crente” tentou recuperar o legado com uma nova continuação, mas também não foi bem recebido pela crítica.
Ainda assim, não se pode considerar um fracasso comercial. Com um orçamento de 25 milhões de euros, arrecadou 118 milhões à escala global. E agora, em novembro, este capítulo mais recente chega ao catálogo da Netflix.
“Desde a morte da mulher grávida num sismo no Haiti há 12 anos, Victor Fielding criou a sua filha, Ângela, sozinho. Mas quando ela e a sua amiga Katherine desaparecem na floresta e voltam apenas três dias depois sem memória do que lhes aconteceu, isso desencadeia uma série de eventos que forçarão Victor a confrontar o cúmulo do mal e, perante o seu terror e desespero, recorrer à única pessoa viva que já testemunhou algo parecido: Chris MacNeil”, lê-se na sinopse.
MacNeil é a mãe de Regan, a menina possuída no filme original. Ellen Burstyn retoma o papel meio século depois. O elenco inclui também Leslie Odom Jr. como Victor, e Lidya Jewett e Olivia Marcum como as duas jovens.
Outro destaque nos lançamentos deste mês nas plataformas de streaming está “O Pátio da Saudade”. Estreado em 2025, é até agora a maior produção nacional do ano. Com apenas quatro dias de exibição, tornou-se no filme português mais visto nos últimos 12 meses, com 15 mil espectadores e 101 mil euros de receita, segundo dados do Instituto do Cinema e Audiovisual.
O filme marca o regresso de Leonel Vieira, o realizador responsável por “O Pátio das Cantigas”. A narrativa centra-se em Vanessa, uma atriz de televisão que recebe a inesperada notícia da morte de uma tia distante no Porto. No testamento, herda um velho teatro em ruínas, um espaço que em tempos foi um símbolo da Revista à Portuguesa.
“Apesar das insistências do seu agente, Tozé Leal, para vender o edifício, Vanessa sente-se profundamente ligada à memória do teatro e decide reunir os amigos Joana e Ribeiro para montar um espetáculo capaz de ressuscitar a antiga glória do teatro. No entanto, a sua ambição enfrenta a resistência de Armando, proprietário de um teatro rival que fará de tudo para travar este sonho”, avança a sinopse.
No elenco estão nomes como Sara Matos, Ana Guiomar, Manuel Marques, José Pedro Vasconcelos, José Raposo, Gilmário Vemba, José Martins, Alexandra Lencastre, José Pedro Gomes, Aldo Lima e Carlos Cunha. As filmagens decorreram em vários locais de Lisboa, entre eles o Jardim do Torel.
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