Cinema

Testemunhas dizem que Johnny Depp foi agredido a soco e levou com latas nas costas

Na quarta semana do mediático julgamento, o ator levou a depor o agente e o guarda-costas. Foram feitas várias revelações.
O julgamrnto entrou na quarta semana.

Esta segunda-feira, 2 de maio, arrancou mais uma semana — a quarta — do mediático julgamento que opõe Johnny Depp à ex-mulher Amber Heard. O tribunal do condado de Fairfax, Virgínia, nos Estados Unidos, recebeu nesta sessão testemunhas do ator. Foi dito que Depp chegou a ser agredido e que perdeu milhões de dólares na sequência da publicação do artigo assinado por Heard.

Travis McGivern, um dos antigos guarda-costas do casal, revelou que existiram várias discussões depois da viagem que foi feita à Austrália em 2015. Disse que numa noite Amber Heard atirou uma lata de Red Bull às costas de Johnny Depp, o que vou McGivern a intervir e a colocar-se entre os dois.

“A certa altura, a senhora Heard atirou outra coisa, uma bolsa ou algo do género que tinha lá em cima. Consegui derrubá-lo para que não o atingisse. Depois, ainda cuspiu em cima dele”, explicou Travis McGivern, aqui citado pelo “The Daily Beast”.

Noutro momento, o guarda-costas explicou que Heard deu mesmo um soco a Depp na cara. Jack Whigham, o agente do ator, foi outra das testemunhas desta sessão. Explicou que devido ao artigo de opinião escrito pela ex-mulher em 2018, a Disney cancelou vários filmes que já estavam previstos com Johnny Depp.

Em números redondos, foi revelado que só pelo cancelamento da sua participação na sequela de “Piratas das Caraíbas” perdeu 21,40 milhões de euros. Em relação a outros filmes que estavam já previstos, a perda foi superior a 29 milhões de euros.

A equipa de advogados de Johnny Depp levou também a testemunhar um especialista em pesquisas online. Este explicou que a reputação do ator caiu entre o público e na indústria de Hollywood depois do artigo de opinião de Heard. A defesa da atriz contrapôs argumentando que a notoriedade de Depp já estava a cair mesmo antes do artigo ter sido publicado em 2018.

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