Teatro e exposições

Diogo Faro”: Foi um ajuntamento arriscado e desnecessário. Peço desculpa”

Perante a polémica, o humorista acabou por reconhecer o erro e o risco de ter festejado o ano novo entre amigos.
A polémica continua

Acusado de hipocrisia por criticar quem “dança em festas” em plena fase negra da crise pandémica, Diogo Faro viu-se obrigado a comentar as imagens que rapidamente surgiram nas redes sociais. Nelas, o humorista surgia sem máscara junto a um grupo de várias pessoas, durante uma festa de final de ano.

Fortemente criticado durante toda esta segunda-feira, 1 de fevereiro, Faro reagiu no perfil de Instagram. “Devo-vos obviamente um esclarecimento e um pedido de desculpas a todos os que se sentem desiludidos e magoados com esta situação”, começa por dizer.

O humorista frisou que a criticada festa a 31 de dezembro “foi um ajuntamento de pessoas arriscado e desnecessário” e afirma que irá procurar entender as “próprias falhas e incongruências”. “O que exijo de mim, e da sociedade à minha volta, é algo que às vezes não consigo atingir e, por isso, falho-me a mim e a vocês”, acrescenta.

Diz-se desiludido consigo próprio e promete “ser cada vez melhor”, apesar de deixar a nota que irá, mais tarde, “adereçar o ódio” de que alega ser vítima de forma diária. “Fica o pedido de desculpas e a promessa de continuar a fazer o que faço todos os dias, com ou sem polémicas, aprender, evoluir e tentar dar o maior contributo possível para uma sociedade melhor para todos”.

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